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Comunicado

Prezados amigos,
Fernando, filho do Vilanova, telefonou-me para informar que o Vilanova acaba de falecer. Há muito ele lutava contra um câncer no intestino. Na semana passada, internou-se no hospital Santa Lúcia, permanecendo ali até o falecimento.
O corpo será velado na Capela 3 do cemitério Campo de Esperança, amanhã, a partir das 12 horas. O sepultamento será às 16 horas.

Um abraço,
Moraes

 
A cela de Garotinho

Anthony Garotinho disse que, se fosse preso em Benfica, correria o risco de levar um tiro na cara de Jorge Picciani.

A questão está resolvida.

De acordo com o Estadão, ele foi levado para uma cela no quartel do Corpo de Bombeiros de Humaitá, na zona sul do Rio.

 
Gestão Temer censura artigo científico e provoca crise com pesquisadores

Nesta quarta-feira (22), sugiro a leitura de reportagem sobre a retirada de um artigo científico do site do Inep, ligado ao Ministério da Educação, um dia depois de sua publicação. Avalizado tecnicamente pelo comitê editorial do órgão, o trabalho desagradou a direção do instituto. Recomendo também vídeo que mostra fuga de desertor da Coreia do Norte.


Boa leitura,

Sérgio Dávila 
Editor-executivo

 
Lula dispara no IBOPE


 


 

 
A morte do trader


 

POR IVAN SANT’ANNA 22 de novembro, 2017

Caro leitor,

Antes que vocês, caros leitores, se assustem com o título desta crônica, quero deixar claro que se trata de uma ficção, a primeira que faço nesta newsletter semanal.

* * *

Sempre torci para que minha vida terminasse de repente, com a morte me levando em pleno sono, e em plenos sonhos, como se fosse uma cegonha, na contramão da lenda, me capturando pela chaminé, alçando voo e indo dispersar meus átomos pelo éter. Sim, que no meio da noite eu simplesmente fosse embora, que meu coração parasse de bater, o pulmão, de respirar, o cérebro, de receber e de emitir sinais vitais e pronto. Rápida e sincronizadamente. Para que nenhum órgão sentisse, nem por um átimo, a ausência do outro. Que morressem juntos, harmonicamente, camaradas, solidários, numa boa. Como lâmpadas cujos filamentos se queimaram, apenas porque chegou sua hora.

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Eu queria morrer sem aflições, espasmos, dores ou estertores. Saída sem despedida, sem ver nem ser visto, sem chorar nem ser chorado em vida, que é muito mais trágico do que ser chorado morto. Queria morrer sem nenhuma percepção do meu ato mais solene, como se não fosse o protagonista do meu epílogo.

Outra variável que sempre admiti, como se fosse senhor de meu destino, era a de morrer num acidente de avião. Mas tinha de ser desses desastres rápidos, nos quais um jato comercial se choca contra uma montanha e o máximo, suponho, que um passageiro consegue perceber são os primeiros milionésimos de segundo do barulho do choque e os prolegômenos do primeiro clarão do cérebro explodindo.

Nada disso vai acontecer.
 

 
48h para acabar com o Foro Privilegiado

Queridos amigos,

Em 48 horas, o STF irá votar se acaba ou não com escandaloso foro privilegiado -- e nosso papel pode ser crucial nessa luta!

Se o Supremo votar contra esse privilégio anti-democrático, abriremos caminho para uma nova era de luta contra a corrupção, na qual mais de 37 mil políticos não vão conseguir mais escapar da ação da Justiça. Os deputados e senadores não querem se livrar desse benefício especial, e uma ação de milhares de pessoas agora pode fazer a diferença para dar apoio ao STF.

Se mobilizarmos muitas assinaturas nas próximas 48 horas, podemos influenciar os ministros a aprovar logo o fim do foro privilegiado!
Veja mais

 

 
Intervenção Institucional, já!

Por Jorge Serrão 

Não adianta ficar pt da vida com a decisão “soberana” da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro em determinar a libertação de três deputados suspeitíssimos de corrupção que foram presos por ordem “também soberana” do Poder Judiciário Federal. O correto seria se emputecer com a Constituição Brasileira que preceitua que o Legislativo tem poder para proteger seus membros – seja em casos de garantia da liberdade de expressão parlamentar, do mandato ou até em situação nas quais as “excelências” são presas por ordem judicial.
 

 
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