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Editorial
 Fecha-se o cerco

O julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) chega nesta semana ao ponto central. Após 24 sessões num mês e meio, são desanimadoras as perspectivas para os principais acusados e, mais ainda, para o PT e seus líderes.

No capítulo do processo sobre o qual ora se debruçam, os ministros do STF vão decidir se o mensalão foi de fato um esquema usado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assegurar o respaldo de parlamentares no Congresso Nacional, como acusa a Procuradoria-Geral da República.

Desde 2005, quando eclodiu o escândalo com a publicação de uma entrevista do então deputado Roberto Jefferson (PTB) na Folha, a maior parte dos envolvidos tem afirmado que tudo não passou de distribuição de sobras de campanha --o caixa dois eleitoral--, sem negociação de apoio político.

Ao começar a ler seu voto sobre essa fatia da ação, o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo, não deu sinais de hesitar entre as teses: "Há farta demonstração documental acerca dos pagamentos realizados e dos parlamentares beneficiados, não havendo qualquer dúvida sobre a existência de um esquema de compra de votos a esta altura deste julgamento".

Essa afirmação descarta cabalmente a narrativa de que o mensalão seja uma farsa, como tentaram fazer crer o ex-presidente Lula e petistas nele envolvidos.

Verdade que, na sessão de segunda-feira, Barbosa manifestou-se somente a respeito de crimes imputados a membros do PP, partido da base de sustentação do governo lulista. A assertividade do ministro relator, entretanto, deixa claro que, na sequência de seu voto, aquela conclusão será estendida a integrantes do PT, do PTB, do PMDB e do PR (o extinto PL).

A tendência da maioria dos ministros do STF tem sido a de acompanhar o voto do relator do processo, e nada indica que neste caso será diferente. O Supremo, que já considerou culpados 10 dos 37 réus do mensalão e reconheceu o desvio de verbas públicas, inclina-se a condenar também o chamado núcleo político.

Personagens simbólicos da política nacional estão em foco nessa parte da denúncia. Serão julgados o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT), acusado de chefiar o esquema, e o ex-deputado Roberto Jefferson. Além deles, a lista inclui outros nove políticos, cinco dos quais exercem cargos eletivos --dois prefeitos, dois deputados federais e um deputado estadual.

Sempre se soube que o julgamento do mensalão nada teria de corriqueiro. É, contudo, somente agora, quando se aproximam seus efeitos concretos, que se dissipa a desconfiança residual com a Justiça, por parte da sociedade; no caso dos políticos, esvai-se a certeza da impunidade. Não é pouca coisa.



 
“Eleições municipais”, Artigo do senador Aécio Neves
Artigo do senador Aécio Neves (MG) publicado na edição dessa segunda-feira (30) do jornal Folha de S. Paulo

A eleição de 2012 será a primeira sob a vigência da Lei da Ficha Limpa. A novidade poderá representar um importante divisor no mundo da política e um avanço no processo de construção do país, como o foi, a seu tempo, a Lei de Responsabilidade Fiscal -que colocou um freio na gastança do dinheiro público, passando a exigir um mínimo de responsabilidade administrativa por parte dos governantes.

Pela maior proximidade com a vida das comunidades, as eleições municipais tendem, naturalmente, a colocar foco na disputa política local e nos problemas urbanos que afligem os moradores. Muitas vezes, infelizmente, chegam até mesmo a gravitar em torno de querelas paroquiais, como se decisões tomadas no nível municipal não guardassem relação com a realidade do Brasil como um todo.

O pleito de 2012 pode ser uma boa oportunidade para que partidos e candidatos coloquem na ordem do dia temas comuns que nos ajudem a construir, das bases, uma agenda importante para o país.
 
Já vi esse filme!
(Osmar José de Barros Ribeiro, em 13 Jun 2013)

A queda da popularidade da presidente, a inflação crescente, as perspectivas eleitorais do próximo ano de 2014 que não parecem ser as mais agradáveis para Brasília, os embates das cúpulas partidárias, a corrupção e todos os outros males que acompanham o tal governo de coalizão do Partido dos Trabalhadores, já começam a mostrar o que vem por aí.
Começou pela capital paulista onde um aumento de vinte centavos nas passagens de ônibus deu margem a depredações, incêndios e conflito aberto com a polícia.
 
Agua fria & ataque Cardiaco...SOS CORAÇÃO
 
Este é um artigo muito bom. Não só sobre a água quente após a sua refeição, mas acerca de ataques cardíacos.
 


 
 
Da Transilvânia, a SUA solução para a próstata
Caro leitor do Antagonista.
 
Se você sofre com a próstata aumentada, uma descoberta da Universidade de Viena pode mudar sua vida:
 
Os pesquisadores descobriram ?o segredo das menores próstatas do mundo.
 
De acordo com eles, os homens da Transilvânia nunca sofreram com isso e o segredo está num alimento que você sempre jogou fora (até hoje).
 
Não se preocupe, não é nada muito estranho.
 
Acesse aqui para saber.
 
SEGREDOS DAS PESSOAS QUE NUNCA ADOECEM
Cinco povos ao redor do Mundo se destacam pela longevidade: eles vivem, em média, dez anos a mais do que o restante da humanidade. Conheça agora seus
principais hábitos de vida.

As respostas estão no livro Os segredos das pessoas que nunca ficam doentes, 
recém-lançado nos EUA. Em suas andanças, Stone percebeu que cinco povos eram os mais saudáveis: a Barbagia, na Itália; Okinawa, no Japão; a comunidade dos Adventistas do Sétimo Dia, na Califórnia; a Península de Nicoya, na Costa Rica; e a ilha grega de Ikaria.
 
Outro americano, Dan Buettner, escreveu sobre o tema em um livro que virou best-seller: Blue Zones: lições de pessoas que viveram muito para quem quer viver mais. Ambos os autores nos ajudaram a traduzir as experiências dessas pessoas. Confira 50 dicas eficazes, comentadas por 21 especialistas brasileiros.

 
Uma aula de português
Este texto foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida sobre se tem presidente ou presidenta.

A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná.
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta". Um bom exemplo do erro grosseiro seria: "A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

Num país em que, pasme-se, José Sarney e Marco Maciel são imortais na ABL, a gente pede, por favor, pelo amor à língua portuguesa, que você repasse esta informação.








 
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