Prezados Jornalistas GUSTAVO PATU e MÁRIO KANNO Previdencia Militar
Tendo tomado conhecimento das assertivas apresentadas por VVSS sob o título “Intocada Previdência dos Militares gasta mais do que o Bolsa Família” na Seção DINHEIRO PÚBLICO & CIA da Folha de São Paulo de 29 de dezembro de 2013, não posso deixar de contribuir para o conhecimento expecífico dos dignos jornalistas sobre o assunto que superficialmente trataram mas que oferece aos leitores uma impressão absolutamente distorcida da realidade.

Considerar tão somente o montante de desembolso atual para o pagamento das aposentadorias dos militares e das pensões às beneficiárias dos militares falecidos é labutar em eqúivoco que gostaria de considerar bem intencionado. 

Seria justo que considerassem, principalmente, o montante das receitas recolhidas para esse fim durante mais de 50 anos, em média, e que o Tesouro Nacional utilizou para outros fins durante esse período devendo bancar as despesas consequentes no presente sem que tivesse empregado esses recursos em um fundo para render o que hoje seria um fabuloso capital com rendimento mensal capaz de suportar qualquer desembolso. 

Informo a VVSS que para o pagamento dos militares inativos e das viuvas pensionistas os recursos sempre foram oriundos apenas das contribuições dos militares. A origem dos recursos para a distribuição do Bolsa Família ao contrário, é a excorchante carga tributária ( maior do mundo) sobre toda a população brasileira, inclusive sobre os seus militares.

Para evitar que, por desconhecimento, notícias pouco verdadeiras sejam vinculadas sobre o assunto faço entrega ao senhores de exemplares dos documentos “Custo Zero do Militar Aposentado” “Um simples problema de gestão” e “FUNDO DE PREVIDÊNCIA DO MILITAR – A SOLUÇÃO” , edição de 2010 que demonstra com clareza e objetividade que o militar não é nenhum privilegiado.

Solicito a acurada leitura da documentação e a indicação da existência de alguma falha no estudo para permitir futura correção, e ao mesmo tempo coloco-me à disposição para a eliminação de qualquer dúvida que venham a ter sobre o assunto.

Apresento meus protestos de estima e consideração.

Brasília, 02 de janeiro de 2014

Márnio José Signorelli Teixeira Pinto
 

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