Sobre a revista "VEJA"
                                   
Pedro Henrique Mancini de Azevedo, MBA, PMP
 
“Revoltarmo-nos contra a tirania é obedecer a Deus.” (Thomas Jefferson)

Um dos veículos de comunicação, símbolo de maior resistência contra o petismo e a esquerda golpista, sucumbiu.
É uma constatação triste de se fazer, mas que ao mesmo tempo precisa ser dita.
Infelizmente, estou falando da revista Veja, e cabe aqui contar os fatos que comprovam isso.
Há algum tempo atrás, muitas pessoas se chocaram ao ver que o economista Rodrigo Constantino – crítico ferrenho do PT - havia sido demitido da revista sem motivo aparente. Não fazia muito sentido. Constantino teve, somente no mês de Outubro de 2014, mês das eleições, 6 milhões de visualizações em seu blog. Logo, não podia ser por falta de público o motivo da sua demissão; seu blog era um dos mais vistos na rede. Constantino, na época da sua demissão, adotou uma postura admirável, e fez uma campanha para que as pessoas não cancelassem suas assinaturas, alegando que a Veja ainda era um instrumento importante na luta contra o PT. 
Menos de um mês depois da demissão de Constantino, a colunista Joice Hasselman, também ferrenha crítica do PT, foi demitida. A partir daí as suspeitas aumentaram, pois assim como Constantino, Joice tinha um publico grande e fiel.
A suspeita começou a se tornar certeza quando nesse meio tempo a Veja cedeu espaço ao deputado do PSOL Randolfe Rodrigues, e ao petista Paulo Paim em suas páginas amarelas. 
E não foi só isso. A revista simplesmente mudou a sua opinião sobre a questão do desarmamento, adotando a postura que a esquerda defendia.
Mais recentemente, a revista demitiu o colunista Ricardo Setti, outro que batia duro no PT, e estampou em duas de suas páginas propagandas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, mostrando que as estatais se tornaram fontes de receita da empresa.
Foi aí que tudo ficou claro.
 
Não é novidade que a Veja tem tido problemas financeiros há algum tempo, por isso, inicialmente, a demissão de dois colunistas com grande público como Constantino e Joice Hasselman poderia até ser justificável. Mas quando a empresa muda sua linha de pensamento e ainda mostra que está recebendo verbas estatais, toda dúvida se dissipa. 
É triste, mas a Veja sucumbiu.
E para não deixar nenhuma dúvida, recentemente a revista simplesmente apagou todo o conteúdo de tudo que havia sido escrito por Rodrigo Constantino nos dois anos que esteve lá. 
Essa atitude da revista vai contra tudo que qualquer veículo de comunicação deve prezar - a informação. 
A Veja, obviamente mandada por alguém, quer apagar o passado. Um passado que claramente incomoda a muita gente do PT.
Nunca ficou tão comprovada a tese de Friedrich Hayek que falava que é impossível existir liberdade política sem existir liberdade econômica. 
A Veja, por estar com problemas financeiros, perdeu toda sua liberdade política ao se render ao patrocínio estatal. Isso só comprova como o Estado tem assumido o controle das nossas vidas por meio da economia, e também porque a esquerda adora estatais. Elas são utilizadas como instrumento político para exercer seu autoritarismo, alegando ainda estar defendendo os interesses do país.
Tudo isso é muito triste, mas não podemos desanimar. 
A Veja, por enquanto, (ainda) mantém bons colunistas em seu quadro, como Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes e Felipe Moura Brasil. O Instituto Liberal e Instituto Millenium também são sites independentes que lutam contra o bolivarianismo lulopetista. 
A pouca imprensa independente que existia está sendo sufocada. O PT quer calar qualquer voz que enfrenta o seu projeto totalitário de poder, e ainda faz isso utilizando o suado dinheiro que é espoliado dos pagadores de impostos. 
Esses canalhas não vão descansar até espalharem os seus tentáculos por toda a parte.
Mas quero avisar uma coisa: não vão conseguir! Iremos resistir! Como Voltaire dizia “O público é uma besta feroz. Deve-se enjaulá-lo ou fugir dele.” Sendo assim, o meu recado para os petralhas é: fujam! Nós vamos para as ruas, para a internet e para onde mais for necessário para lutar contra essa praga que se instaurou no poder. Não terá exército de Stédile, ou sindicalistas imbecis movidos a pão com mortadela que irão nos impedir.
Por agora, a única coisa que posso fazer é alertar para que tomem cuidado com o que leem na Veja, pois ela já não é mais a mesma. Sinto que é meu dever alertar as pessoas sobre isso, já que nem todos acompanham o que acontece nos meandros na política e da imprensa. 
A Veja se rendeu, mas nós não. O PT vai ter que calar muitas vozes ainda para conseguir alcançar seu objetivo traçado no Foro de São Paulo. Vamos seguir marchando de verde e amarelo contra essa máfia vermelha disfarçada de governo. 
Por isso, lembrem-se: Resistir, sempre. Retroceder, jamais!
 

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