LULA, O PT, OS PARTIDOS ALIADOS E O MAL
 LULA, O PT, OS PARTIDOS ALIADOS E O MAL

VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino
   
“A corrupção é o pecado que, em vez de ser reconhecido como tal e de nos tornar humildes, é transformado em sistema, torna-se um hábito mental, um modo de viver. Não nos sentimos mais necessitados de perdão e de misericórdia, mas justificamos a nós mesmos e aos nossos comportamentos(...)
   O corrupto não conhece a humildade, não se sente necessitado de ajuda, leva uma vida dupla(...)

   A corrupção não é um ato, mas uma condição, um estado pessoal e social, no qual a pessoa se habitua a viver.  O corrupto está tão fechado e satisfeito em alimentar a sua autossuficiência que não se deixa questionar por nada e por ninguém. Construiu uma autoestima  que se baseia em atitudes fraudulentas: passa a vida buscando os atalhos do oportunismo, ao preço de sua própria dignidade e da dignidade dos outros. O corrupto tem sempre a cara de quem diz: “Não fui eu!”(...)
   Temos de repetir: pecadores, sim. Corruptos, não!”(...)

     Papa Francisco, em “O NOME DE DEUS É MISERICÓRDIA”.

   Em 13 de março, estive uma vez mais, a quarta no intervalo de um ano, na Praia de Copacabana, no meio do povo engalanado de verde-e- amarelo, na grande manifestação cívica pela redenção da Pátria! Foi um raro e emocionante espetáculo, que reuniu milhões de patriotas em mais de 300 cidades no Brasil e dezenas de outras no mundo, para clamar pela volta da decência e pela afirmação do império da paz, da liberdade e da democracia em nossa Terra Amada. Nunca antes tamanha multidão se tinha reunido em nossas praças e ruas: quase sete milhões de pessoas!

   O povo sabia bem o que queria, e o manifestou alto e bom som e por faixas e cartazes portados com muito orgulho e valor: “Fora Dilma! Impeachment já! Fora PT! Lulla na cadeia! A Nossa Bandeira jamais será vermelha!” E apresentou espontânea, viva e alegremente seu apreço pelos autênticos e verdadeiros Heróis do Brasil atual, o Juiz Sergio Moro, seus corajosos e dignos companheiros da saga salvadora da ‘’Lava-Jato” e as Instituições a que pertencem e honram, hoje as mais respeitadas pelos brasileiros de bem e depositárias de suas maiores esperanças, o Judiciário de primeira instância, o Ministério Público e a Polícia Federais.

   Com a sabedoria do povo bom, que lhe é transmitida por Deus, as multidões, por toda a parte, identificaram e indigitaram o grande responsável e beneficiário de toda a tragédia que se abateu sobre o País, cuja exemplar punição, de acordo com o sistema legal sobre nós ainda vigente, é reclamada com toda a força, em todos os rincões do Brasil e mundo afora, onde quer que se concentrem compatriotas em torno da Bandeira: Luiz Inácio Lula da Silva.

    O pequeno Hitler vermelho de Garanhuns é um caso digno de estudo psicológico e psiquiátrico e tem muitas coisas em comum com seu irmão mais antigo, o Fuhrer do projetado “Reich de Mil Anos”.

   Comecemos por três autodefinições que apresentou em momentos distintos: “Não tenho pecados’’, no início do seu primeiro período na Presidência, que mereceu dura reprimenda do então Cardeal –Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Euzébio Scheidt, que disse “Lula não é católico e sim caótico”; “sou a alma mais pura dentre os nascidos no Brasil’’, ao ser indiciado criminalmente pelo Ministério Público de São Paulo, no inquérito relativo ao triplex do Guarujá;  “pisaram no rabo da jararaca em vez de lhe esmagar a cabeça’’, reconhecendo a essência peçonhenta do seu ser, furibundo e açulando ensandecidos seguidores contra o Judiciário, depois de haver sido levado, coercitivamente, para depor nas investigações conduzidas no âmbito da “Lava-Jato”. 

   Por suas seguidas ações e atitudes, Lula revela não ter entranhado os conceitos de escrúpulos, moral, ética, virtude e vício, certo e errado... Tudo para ele é válido, desde que favorável aos projetos de poder permanente que abriga em seus sonhos megalomaníacos de grandeza absoluta e total. Mitômano, utiliza-se costumeiramente do engano, da mentira e da dissimulação em proveito dos seus malévolos fins.

   Não tem bem precisos os limites entre o público e o privado, parecendo crer, pelas suas atitudes, que acredita que tudo lhe pertença por direito divino. O articulista Guilherme Fiuza, em seu texto “O Pedalinho é nosso’’, publicado em “O Globo”, edição de 12 de março passado, aborda primorosamente a questão, demonstrada também pelo fato de sempre haver morado de favor, de usufruir, com toda a naturalidade, de benesses e vantagens concedidas por pessoas, entidades e empresas cujas promiscuidades deveria evitar por mínimas considerações de natureza ético-moral, e de haver retirado, em sua mudança dos Palácios da Alvorada e do Planalto, ao final do seu período presidencial, objetos que pertencem de direito ao acervo público, à República, em onze caminhões, conforme amplamente noticiado!  

   Da mesma forma que o Cabo austríaco da Primeira Guerra Mundial, com seu discurso inflamado, envolvente, prenhe de ódio e de promessas de usufruto do poder ilimitado, logrou arregimentar uma multidão de pessoas portadoras de graves desvios de caráter e de personalidade, transformando-as em fanáticos seguidores, dispostos a afrontar todos os limites de uma sociedade civilizada, para ver alcançados seus pervertidos fins. Daí os “Black-blocs”, a militância agressiva, os “exércitos de Stédile” e que tais, e a ameaça permanente à ordem pública que representam. São cópias dos fanfarrões desordeiros nazistas das SA, responsáveis pela “Noite dos Punhais”, pela queima de livros em praça pública e pelo início das perseguições aos judeus, nos albores do nazismo na Alemanha.

   Ao seu lado, têm estado, também, sob a bandeira vermelha que os iguala, os equivalentes tupiniquins de Goebbels, Goering, Himmler, etc, todos unidos e estimulados por seus exemplo e liderança negativos no gigantesco trabalho de destruição em curso...
   No ambiente político-econômico, servindo de poderoso imã,  sua personalidade distorcida atraiu para seu lado, como aliados na rapina ao País e seus recursos, o que há de pior dentre os políticos tidos como conservadores, de outros partidos que não o PT, e grandes empresários de má-fé, sempre em busca de vantagens e lucros ilegais, ilegítimos, corruptos, enfim. Em função disso, o aparelhamento e a destruição do Executivo e das grandes empresas públicas, das quais a Petrobrás é o emblema, a desmoralização do Legislativo Federal, com bem mais de uma centena de seus membros alvos de ações-investigações jurídico-policiais, e o processo, também emblemático, do Mensalão.

   Paira sempre uma dúvida, no espírito da cidadania, sobre como será a atuação do STF e da Procuradoria-Geral da República nos graves e decisivos momentos que estamos a pique de viver. Pedimos a Deus que ambas as fundamentais instituições ajam de acordo com seus deveres e com os anelos por Paz, Justiça, Direito, Liberdade e Democracia que aquecem e animam os corações, as almas e as mentes patrióticas e comprometidas com o Bem Comum.

   A jararaca e seus aliados estão estimulando os seguidores a incendiarem o País, com o apelo  irresponsável, absurdo e inaceitável à violência, às armas, à guerra civil, como derradeira e desesperada tentativa de fugir às barras da Lei. Suas hostes insanas deverão ser engrossadas pelos “médicos” cubanos, pelos “imigrantes ‘’ haitianos, de outros países de América e África, cujo ingresso tem sido facilitado, às dezenas de milhares, pelo governo de turno, e até mesmo, por ousados Exércitos bolivarianos das fronteiras... É preciso estar o aparato de segurança nacional, pois, pronto e preparado para nossa defesa, da Terra, do Povo e das Instituições Brasileiras!

   Os jornais de hoje noticiam a possível nomeação de Lula para o ministério do governo Dilma, que vive seus estertores. É um golpe para tentar livrá-lo da clava da Justiça, brandida por Sergio Moro, e um movimento inqualificável e desesperado, que deverá merecer o repúdio imediato, firme e enérgico, dos brasileiros.  

   O povo já saiu às ruas e deu seu veemente recado: não quer mais que nosso País continue a ser roubado, espoliado, dessangrado, enxovalhado, humilhado e envergonhado pela quadrilha corrupto-vermelha que, há tanto tempo, assumiu o poder e vem, impunemente, empurrando-nos para o precipício final! Não é possível que Judiciário, como um todo, e Legislativo mantenham-se cegos, surdos e mudos, e não tomem as medidas  legais e legítimas, que nos habilitem a sair do rumo da destruição e voltar a sonhar com um futuro radioso, feliz, justo e com abundância!

   O grande culpado está indicado: Lula! O brado pelo afastamento, do governo e dos mecanismos do poder, dos seus acólitos, do PT e da famigerada base aliada, assumiu o fragor de clamor nacional! A justa e exemplar punição de todos os crimes cometidos por eles nos últimos quatorze anos é uma grande aspiração popular!
 
 A despeito de toda a proteção que o príncipe do mal e das trevas tem dado aos seus afilhados, que com ele celebraram o contrato da perdição e a ele venderam suas almas, o poder de Deus e do Bem é infinitamente maior e há de, logo, logo, redimir e salvar nosso Brasil. É essa nossa crença e  é essa nossa mais profunda esperança!
Rio de Janeiro, RJ, 15 de março de 2016.

PS. Tenho recebido críticas de pessoas que também combatem o mal enraizado em nossa Terra, pela posição religiosa católica que adoto e externo nos meus textos. Respondo-lhes, tranquilamente e com verdadeiro espírito evangélico de conciliação, que é em Deus e no meu cristianismo que, ao longo da vida, tenho encontrado força e inspiração para combater o Bom Combate, e coragem para ninguém e nada temer no cumprimento do meu dever de cristão, brasileiro e militar.

 
 

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