Sem ela não pode ser
 Por Rodolfo Amstalden
Queremos esquecer o governo de Dilma Rousseff.
Insisto em desaprender como se escreve seu sobrenome.
Mas não posso; não podemos.
Ainda não.
Até que Dilma vire outra nota de rodapé, seu rombo orçamentário deve ser lembrado.
Hamilton, Mansueto e Caetano - três de nossos melhores economistas - estão debruçados sobre as contas públicas, tentando somar subtrações anteriores.
Um intervalo incógnito, mas sabidamente criminoso.
Algo entre R$ 150 bi e R$ 300 bi (na dúvida, eu chuto para cima).
Em cadeia nacional, Temer tem que dar aula matemática sobre esse rombo.
Contabilizá-lo em linguagem simples e objetiva, sem mesóclises.
E mostrar algo mais, para que todos entendam.
Além da matemática, sugiro ao presidente que convide ministros & afins para contar histórias.
Narrar não só o vermelho dos números, mas suas implicações práticas.
Serra fez isso nas Relações Exteriores, revelou a herança maldita, provocou empatia pelo pós-Dilma.
Imagine só as Relações Interiores como estão.
 

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