A velhinha de cadeira de rodas
Um rapaz estava na beira de um lago segurando sua vara de pesca quando uma velhinha de cadeira de rodas se aproxima e diz.

- Meu rapazinho, há trinta anos freqüento este local e até agora ninguém me deu um beijo.

O rapaz coloca a vara de pescar no chão, vai até a velhinha e a beija carinhosamente no rosto.

Duas semanas depois, no mesmo lago, o mesmo rapaz pescando, aproxima-se dele a mesma velhinha na mesma cadeira de rodas e fala:

- Meu rapazinho, há trinta anos freqüento este local e até agora nunca recebi um carinho de alguém.

O rapaz coloca a vara de pescar no chão, vai até a velhinha e a abraça com delicadeza.

Três semanas mais tarde, no mesmo lago, o mesmo rapaz pescando, a mesma velhinha na mesma cadeira de rodas, aproxima-se dele e diz:

- Meu rapazinho, há 30 anos freqüento este local e até agora desculpe-me a palavra feia, ninguém nunca quis foder comigo.

O rapaz então coloca a vara de pescar no chão, vai até a velhinha, pega-a no colo e a coloca suavemente sobre a relva.
 
Em seguida, pega a cadeira de rodas e a joga no meio do lago, dizendo:

- Pronto, agora a senhora tá fodida.
 

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