Doces promiscuidades que matam

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/doces-promiscuidades-que-matam/


O que faz esta foto aqui?


Já explico a imagem. Antes, algumas considerações. Um dos grandes acertos do filme “Tropa de Elite 1″ era demonstrar a conivência das ONGs com o narcotráfico, o que apelidei, brincando, de “Bonde do Foucault”. Depois, o bom diretor José Padilha ficou com medo de sua própria obra e fez o “Tropa de Elite 2″, aí para cantar as glórias de Marcelo Freixo, o vereador do PSOL, que junta a luta meritória contra as milícias com os delírios psolistas. O rapaz é também um bravo do marketing pessoal. Muito bem!

Na semana passada, todos vimos, foi preso o sedizente líder comunitário da Rocinha William de Oliveira. Um filme mostra o rapaz — ele diz que não, mas fica difícil negar — vendendo um fuzil AK, de fabricação russa, para ninguém menos do que Francisco Bonfim Lopes, o Nem. Na mesa, a dinheirama esparramada. No mercado negro, uma arma como aquela é avaliada em R$ 50 mil. William, acreditem, era funcionário do gabinete da vereadora Andre Gouvêa Vieira, do PSDB. Com ele, foi preso Alexandre Leopoldino da Silva, que compõe a equipe de zeladoria do Palácio da Guanabara, sede do governo do Rio. Tá bom assim?

Eu não esqueci da foto lá do alto não, já chego lá. Vamos avançar mais um pouco.

William era um queridinho das ONGs, dos políticos, dos artistas e dos “descoletes” do Rio. Vocês sabem como as celebridades andam interessadas no social e nas hidroelétricas nos últimos anos. Como a pobreza em São Paulo está mais na periferia, o exercício da demagogia solidária é mais difícil, rende pouca notícia. No Rio, a geografia da cidade e a da pobreza colaboram para criar a fantasia da integração. A miséria é vista, como já apontei aqui muitas vezes, como atração turística e como variante antropológica. Visita-se a favela como quem vai em busca da diversidade cultural num país estrangeiro. Quantos textos já escrevi a respeito neste blog desde junho de 2006? Devem chegar a uma centena.

A lista de políticos e celebridades que foram até William, um dos “líderes” da Rocinha, é mesmo impressionante. Vejam. Volto depois.

O então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, e o governador do Rio, Sérgio Cabral


A presidente Dilma Rousseff


O tenista Guga


O humorista Rafael Cortez


O Senador Crivella (PRB-RJ)


O ator Ashton Kutcher e o apresentador Luciano Huck


O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo



Voltei
Vocês viram direito, sim. Acima, temos ninguém menos do que o ministro da Justiça, responsável último pelo combate ao narcotráfico e ao tráfico de armas, de braços dados com o tal líder comunitário. Não que faltassem motivos para desconfiar dele. Informa a VEJA desta semana:
“Em 2005, durante o reinado de terror implantado pelo antecessor de Nem, William foi flagrado em uma constrangedora escuta telefônica. Em nome do chefão. instruía bandidos a deixar dois fuzis roubados do Exército em uma favela dominada pela facção rival. Ficou preso por nove meses, mas conseguiu ser absolvido sob a alegação de que pretendia apenas fazer com que se livrassem dos tais fuzis, evitando um banho de sangue na Rocinha - então na iminência de uma ação policial. A emenda foi tão disparatada quanto o soneto, mas todo mundo fez que acreditou. William seguiu livre e solto, colecionando amizades nos mais diversos círculos, de políticos a artistas. Um de seus três filhos tem Flora Gil, a mulher do cantor Gilberto Gil. como madrinha.”

Pois é…

Agora vamos à primeira foto
E o que é aquela primeira foto, que estava no site da Rocinha, mas desapareceu de lá? Vemos ali o presidente da ONG Sou da Paz, Denis Mizne, concedendo um prêmio a William, em 2004, por seu empenho no… DESARMAMENTO da Rocinha!!! A láurea foi concedida por outra ONG, a Viva Rio (falei dela ontem à noite, vejam lá).

Isto mesmo: o rapaz premiado pela Viva Rio por seu empenho no desarmamento foi preso porque flagrado vendendo um fuzil para “Nem”, o chefão do narcotráfico da Rocinha.

Por Reinaldo Azevedo

Guia Prático da Nova Ortografia (Já em vigor)

 
Saiba o que mudou na ortografia brasileira por Douglas Tufano
(Professor e autor de livros didáticos de língua portuguesa)

O objetivo deste guia é expor ao leitor, de maneira objetiva, as alterações introduzidas na ortografia da língua portuguesa pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, por Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, posteriormente, por Timor
Leste. No Brasil, o Acordo foi aprovado pelo Decreto Legislativo no 54, de 18 de abril de 1995.

Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada. Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países.

Como o documento oficial do Acordo não é claro em vários aspectos, elaboramos um roteiro com o que foi possível estabelecer objetivamente sobre as novas regras. Esperamos que este guia sirva de orientação básica para aqueles que desejam resolver rapidamente suas dúvidas sobre as mudanças introduzidas na ortografia brasileira, sem
preocupação com questões teóricas.

Mudanças no alfabeto

O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y. O alfabeto completo passa a ser:

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:
a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);
b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.

Trema
Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.

Como era  Como fica
agüentar
argüir
bilíngüe
cinqüenta
delinqüente
eloqüente
ensangüentado
eqüestre
freqüente
lingüeta
lingüiça
qüinqüênio
sagüi
seqüência
seqüestro
tranqüilo
aguentar
arguir
bilíngue
cinquenta
delinquente
eloquente
ensanguentado
equestre
frequente
lingueta
linguiça
quinquênio
sagui
sequência
sequestro
tranquilo
 

Atenção: O trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano.

Mudanças nas Regras de Acentuação

1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
Como era Como fica
alcalóide
alcatéia
andróide
apóia (verbo apoiar)
apóio (verbo apoiar)

asteróide
bóia
celulóide
clarabóia
colméia
Coréia
debilóide
epopéia
estóico
estréia
estréio (verbo estrear)
geléia
heróico
idéia
jibóia
jóia
odisséia
paranóia
paranóico
platéia
tramóia
alcaloide
alcateia
androide
apoia
apoio
asteroide
boia
celuloide
claraboia
colmeia
Coreia
debiloide
epopeia
estoico
estreia
estreio
geleia
heroico
ideia
jiboia
joia
odisseia
paranoia
paranoico
plateia
tramoia
 

Atenção: Essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.

2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.
Como era Como fica
baiúca
bocaiúva
cauíla
feiúra
baiuca
bocaiuva
cauila
feiura
 

Atenção: Se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.

3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
Como era Como fica
abençôo
crêem (verbo crer)
dêem (verbo dar)

dôo (verbo doar)
enjôo
lêem (verbo ler)
magôo (verbo magoar)
perdôo (verbo perdoar)
povôo (verbo povoar)
vêem (verbo ver)
vôos
zôo
abençoo
creem
deem
doo
enjoo
leem
magoo
perdoo
povoo
veem
voos
zoo
 


4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, éla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.
Como era Como fica
Ele pára o carro.
Ele foi ao pólo Norte.

Ele gosta de jogar pólo.
Esse gato tem pêlos brancos.
Comi uma pêra.
Ele para o carro.
Ele foi ao polo Norte.
Ele gosta de jogar polo.
Esse gato tem pelos brancos.
Comi uma pera.

Atenção:
- Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3a pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3a pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.

- Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.

- Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.).

Exemplos:
Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.
Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba.
Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.
Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes.
Ele detém o poder. / Eles detêm o poder.
Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.

- É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?

5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.

6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo.

Veja:

a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:
verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem.
verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam.
b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):
verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem.
verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam.
Atenção: No Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos.

Uso do Hífen

Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentamos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas pelo Acordo.
As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como:
aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice etc.

1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h.

Exemplos:
anti-higiênico
anti-histórico
co-herdeiro
macro-história
mini-hotel
proto-história
sobre-humano
super-homem
ultra-humano

Exceção:
subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h).

2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento.

Exemplos:
aeroespacial
agroindustrial
anteontem
antiaéreo
antieducativo
autoaprendizagem
autoescola
autoestrada
autoinstrução
coautor
coedição
extraescolar
infraestrutura
plurianual
semiaberto
semianalfabeto
semiesférico
semiopaco

Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.

3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s.

Exemplos:
anteprojeto
antipedagógico
autopeça
autoproteção
coprodução
geopolítica
microcomputador
pseudoprofessor
semicírculo
semideus
seminovo
ultramoderno

Atenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc.

4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras.

Exemplos:
antirrábico
antirracismo
antirreligioso
antirrugas
antissocial
biorritmo
contrarregra
contrassenso
cosseno
infrassom
microssistema
minissaia
multissecular
neorrealismo
neossimbolista
semirreta
ultrarresistente
ultrassom

5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal.

Exemplos:

anti-ibérico
anti-imperialista
anti-inflacionário
anti-inflamatório
auto-observação
contra-almirante
contra-atacar
contra-ataque
micro-ondas
micro-ônibus
semi-internato
semi-interno

6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante.

Exemplos:
hiper-requintado
inter-racial
inter-regional
sub-bibliotecário
super-racista
super-reacionário
super-resistente
super-romântico

Atenção:
- Nos demais casos não se usa o hífen.
Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.
- Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc.
- Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.

7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal.

Exemplos:
hiperacidez
hiperativo
interescolar
interestadual
interestelar
interestudantil
superamigo
superaquecimento
supereconômico
superexigente
superinteressante
superotimismo

8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen.

Exemplos:
além-mar
além-túmulo
aquém-mar
ex-aluno
ex-diretor
ex-hospedeiro
ex-prefeito
ex-presidente
pós-graduação
pré-história
pré-vestibular
pró-europeu
recém-casado
recém-nascido
sem-terra

9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim.

Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.

10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares.

Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.

11. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição.

Exemplos:

girassol
madressilva
mandachuva
paraquedas
paraquedista
pontapé

12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.

Exemplos: Na cidade, conta--se que ele foi viajar.

O diretor recebeu os ex--alunos.

Resumo - Emprego do hífen com prefixos

Regra básica:
Sempre se usa o hífen diante de h: anti-higiênico, super-homem.

Outros casos
1. Prefixo terminado em vogal:
- Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.
- Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.
- Sem hífen diante de r e s Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.
- Com hífen diante de mesma vogal: contra-ataque, micro-ondas.

2. Prefixo terminado em consoante:
- Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.
- Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.
- Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.

Observações:
1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.
2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.
3 O prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.
4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc.
5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen:
ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.
E tem esse link do Michaelis-UOL
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?typePag=novaortografia&languageText=p

O Exercito na Amazonia - Video



“Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades.” - Benjamin Franklin
"Entre outros males, estar desarmado significa ser desprezível" - Maquiavel

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