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VOCÊ certamente sabe que a maior reserva de petróleo do mundo é da Venezuela, certo!?
Porém, você sabia que o maior poço de petróleo da Venezuela, o Santa Elena, fica na fronteira com o Brasil, no Estado de Roraima?
Pois é!!! Isso mesmo !!!
Mas, provavelmente, você não sabia que a parte da Venezuela representa apenas .....30% dessa bacia de petróleo e .....
os 70% está onde!?
No Brasil !!!

Entende agora o porquê de Bolsonaro dizer que Roraima deveria ser o estado mais rico do Brasil?!?!

Outra curiosidade:
A maior bacia de gás do mundo está em Moçambique, com 80 TF e a segunda maior do mundo está no Brasil, precisamente no estado do Paraná, fronteira com o Paraguai, com 70 TF. Essa bacia representa o fornecimento de gás para todos os países da Europa por 100 anos!!!
Mas, estranhamente, em 2012, Dilma decretou área de proteção ambiental toda a área do Paraná.

Caiu a ficha agora?

Entenda agora o porque de o BNDES ter financiado a construção do Porto de Mariel em Cuba.
O nióbio é transportado ilegalmente para a Venezuela, depois, via Cuba, chega à China e Rússia. Simples assim.
Agora dá para compreender o porquê de o PT ter transformado o local em uma reserva indígena???

Complementando, vamos refletir:

POR QUE NÃO HÁ TANTAS ONGs ESTRAGEIRAS NO NORDESTE SECO COMO HÁ NA AMAZÔNIA?

Você consegue entender isso?

Vítimas da seca!
Quantos? 10 milhões.
Sujeitos à fome? Sim.
Passam sede? Sim.
Subnutrição? Sim.
ONGs estrangeiras ajudando: NENHUMA

Índios da Amazônia.
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350 

Provável explicação:
A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros), madeira nobre e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

O nordeste não tem tanta riqueza mineral, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os necessitados e famintos.

Tente entender:
Há mais ONGs estrangeiras, indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres !!!!

Agora, uma pergunta:

Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?
É uma reflexão interessante ou não é?

Que tal repassar para que outros brasileiros saibam ?!

Brasil acima de tudo.

CARTA DO GEN PAULO GHAGAS

BUSCA E APREENSÃO NA MINHA CASA, PARA QUÊ?

Caros amigos

Na última terça-feira, dia 16 de abril, a Polícia Federal esteve em minha residência, munida de um mandado assinado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), para fazer busca e apreensão. Por quê? Buscar o quê? Apreender o quê?

As respostas a essas perguntas revelam o primarismo de um inquérito indevido, truculento, inoportuno e que já nasceu errado, porquanto, segundo o entendimento de quem conhece o processo jurídico, "quem julga não investiga e quem investiga não julga"!

Não vou me deter neste "detalhe", até porque não se sabe ainda ao certo qual é objeto do processo.

As razões alegadas para que eu esteja sendo investigado, segundo o pouco que sei sobre o inquérito - que se desenvolve em "segredo de justiça" até para os que são ostensivamente investigados - são as manifestações da minha opinião a respeito da atuação dos ministros da Suprema Corte, divulgadas nas mídias sociais.

Ora, se as causas do meu arrolamento no inquérito estão publicadas nas redes de comunicação, o que pretendia o mandante da ação encontrar na minha casa? A caneta ou o lápis com o qual redigi um rascunho? O próprio rascunho? Minhas digitais no teclado do computador ou do meu celular? Cópias dos textos que escrevi? Provas de que sou o verdadeiro autor do que torno público? Para quê isso, se toda a produção da minha opinião está na internet?

Em que pesem a forma educada e a visível contrariedade com que os policiais cumpriram o mandado, foi uma ação inócua que só serviu para constranger e assustar a minha família e os meus vizinhos. Eu poderia chama-la de ridícula, mas, como tudo que eu disser poderá ser usado contra mim, me abstenho de fazê-lo.

Os policiais, conhecedores da sua profissão e da desnecessidade daquela madrugada e confusão, não perderam seu tempo, apreenderam o meu laptop, encerraram a busca e se retiraram para operar em algo realmente produtivo para a justiça e para a segurança pública.

Colho a oportunidade deste desabafo para dizer que não fujo à responsabilidade sobre o compartilhamento do que penso e sinto como cidadão brasileiro participativo e cumpridor dos meus deveres.

Não sou uma voz isolada na multidão que se revolta diante da indisciplina intelectual que tem caracterizado a atuação do conjunto dos senhores ministros, fonte principal da insegurança jurídica em que vivemos e que permite a um leigo como eu ter dúvidas quanto ao foco dado por eles à missão da Suprema Corte, da qual a existência e a competência são fundamentais para a prática e para a fortaleza da democracia.

Nunca contestei o STF ou a sua importância, mas a perceptível contaminação política e ideológica do resultado do trabalho dos seus integrantes que, em tempos de grave crise moral e ética como a que temos vivido, repercute com a mesma gravidade na vida e no futuro do País.

É meu direito não concordar e não calar diante do que sou obrigado a aceitar e cumprir. Poderia fazê-lo anonimamente, mas isto me é vedado pela Constituição e pela minha consciência.

Tenho fé na Justiça porque, como em Berlim, ainda há Juízes no Brasil.

General Paulo Chagas

O empreiteiro Marcelo Odebrecht entregou à Polícia Federal (PF) um documento no qual explica a identidade de alguns codinomes citados em e-mails apreendidos em seu computador. No material enviado à Lava Jato, em Curitiba ele diz que "amigo do amigo do meu pai" refere-se ao ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). O codinome foi citado em um e-mail de 13 de julho de 2007 enviado por Marcelo aos executivos Adriano Maia e Irineu Meireles.

À época, Toffoli era Advogado-Geral da União (AGU) no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quem levantou o assunto com exclusividade, provocando desconforto e um mar de silencio no STF, foi a revista Crusoé, na última quinta-feira. Segundo a matéria, Marcelo Odebrecht pergunta a Irineu Meireles e a Adriano Maia, seus subordinados: " afinal, vocês fecharam com o amigo do amigo do meu pai"? É Adriano quem responde, duas horas depois: "em curso".

A conversa foi concluída no rol dos esclarecimentos solicitados a Marcelo. Eles queriam saber entre outras coisas, quem é o tal "amigo do amigo do meu pai". E pediram que Marcelo explicasse, " com o detalhamento possível", os "assuntos lícitos e ilícitos tratados, assim como a identificação de eventuais codinomes".

A resposta de Marcelo foi surpreendente, diz Crusoé. No documento enviado à Lava Jato, ele escreveu: " a mensagem amigo do meu amigo se refere a José Antonio Dias Toffoli. E prossegue dizendo que maiores detalhes podem ser fornecidos à Lava Jato pelo próprio Adriano Maia, pois foi ele quem conduziu as tratativas na AGU".

Adriano Maia, ex-advogado da Odebrecht, onde era diretor jurídico, se desligou da empresa em 2018. O nome dele já constava de depoimentos de Marcelo em delação premiada. Adriano, segundo Marcelo, tinha conhecimento do pagamento de propinas para aprovar em Brasília medidas provisórias de interesse da Odebrecht. E cita, entre outros casos, a MP do "Refis da Crise", que permitiu a renegociação de dívidas bilionárias após "acertos pouco ortodoxos" com os ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci, de acordo com a revista.

Em outros inquéritos da Lava Jato o nome de Adriano Maia aparece na troca de mensagens com Marcelo. Em uma dessas mensagens, de 2007, Marcelo orienta Adriano a estreitar relações com Dias Toffoli na Advocacia-Geral da União. A Odebrecht estava de olho para ganhar a licitação para construção e operação da hidrelétrica de Santo Antonio, no Rio Madeira. "Toffoli, no comando da AGU montou uma força tarefa com mais de 100 funcionários para responder, na justiça, às ações que envolviam o leilão da usina. Esse leilão", salienta Crusoé.

O leilão aconteceu em dezembro de 2007, cinco meses após a mensagem em que Marcelo pergunta aos dois subordinados se eles "fecharam com o amigo do amigo do meu pai". O leilão foi vencido por um consórcio formado pela Odebrecht, Furnas, Andrade Gutierrez e Cemig.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recebeu uma cópia do material em que o nome de Toffoli é citado para que ela estude se é caso ou não de investigar o ministro do STF. Por integrar a mais alta corte de Justiça do país, Toffoli, que é o atual presidente do STF, é detentor de foro privilegiado. Ou seja, só ela e a PGR podem investigá-lo.

Em 2003, Toffoli foi escolhido subchefe da Casa Civil no governo de Lula e ficou no cargo até julho de 2005. Em 2007 foi nomeado por Lula chefe da AGU. Em 2009, Lula o pôs no cargo mais cobiçado do mundo jurídico nacional, o de ministro do STF.

Nas planilhas de propina da Odebrecht, Lula aparace com o codinome "amigo de meu pai". Procurado por Crusoé para explicar a citação de seu nome e codinome por Marcelo Odebrech, o presidente do STF não respondeu. Não se sabe, também, se Raquel Dodge pretende ouvir Toffoli antes de decidir que atitude irá tomar.

O Brasil está cada dia mais divertido.

http://blogdopolibiobraga.blogspot.com/2019/04/reportagem-integral-que-foi-censurada.html

Que alegria enorme seria ver esse partido infame e seus consócios PsoL, MST, MSTS etc alijados da arena política, essa alimária, cujo chefe apodrece em Curitiba.

Enio Mainardi

Quando o furúnculo está “verde”, não adianta espremer. Tem-se que ter paciência e esperar que

ele amadureça. Essa lição eu aprendi com a minha nonna. Agora, sem rodeios: o furúnculo do Brasil é o pt e conexos. E agora ele amadureceu.

Aquela esbórnia acontecida na câmara dos deputados, mostrou claramente que chegou mais do que a horade arrancar o furúnculo com seu carnegão, junto com o pus amarelo onde ele se regalava.

Foi doloroso - mas ótimo! - tudo que aconteceu. O Paulo Guedes aguentou

o cerco da bandidalha uivante até que não deu mais. E o ponto de ruptura

da paciência do Guedes aconteceu quando no filho do dirceu insistiu em chamá-lo de tigrão e tchuchuca, provocando-o no limite.

Obrigado, dirceu junior. E a reação do ministro foi um soco na cara dos esquerdosos.

A fina flor do esterco petista então delirou. Pensaram ter chegado a hora

do enfrentamento físico, já que não tinham nem postura, nem argumentos para tocar uma discussão civilizada.

Nem vou seguir falando daquilo que todo mundo viu. Só digo que o Guedes foi nosso D. Pedro II que deu, naquele dia, um grito da independência, a espada desembainhada, como ele aparece nos livros de escola.

O Guedes, mais o time de ministros reunidos em torno do Bolsonaro,

livrarão o país da corja daquele cara que está preso na Polícia Federal

e do seu colega "Pedro Carroço".

Nossa reação começa a assustar. Inclusive aqueles juízes do STF que deveriam usar togas vermelhas, para combinar com aquilo que são.

www.areuniao.com

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