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O MAL DAS IDEOLOGIAS PARA A NAÇÃO BRASILEIRA

General de Brigada R1 Luiz Eduardo Rocha Paiva

Começo o texto com o trecho de um livro de Russell Kirk, “A Era de T S Eliot – A Imaginação Moral do século XX”, tradução editada pela É-Realizações. Segundo o autor:

“Ideologia não significa teoria política ou princípio, embora muitos jornalistas e alguns professores, comumente, empreguem o termo nesse sentido. Ideologia realmente significa fanatismo político – e, mais precisamente, a crença de que este mundo pode ser convertido num Paraíso terrestre pela ação da lei positiva e do planejamento seguro. O ideólogo - comunista, nazista ou de qualquer afiliação – sustenta que a natureza humana e a sociedade devem ser aperfeiçoadas por meios mundanos, seculares, embora tais meios impliquem uma violenta revolução social. O ideólogo imanentiza símbolos religiosos e inverte as doutrinas da religião.[-] O que a religião promete ao fiel numa esfera além do tempo e do espaço, a ideologia promete a todos na sociedade exceto aos que forem ‘liquidados’ no processo.”

No Brasil, a ascensão da ideologia socialista foi como a pancada de um machado na coesão nacional e o país não terá desenvolvimento, segurança e paz social prolongadas, enquanto essa ideologia que se enraizou na sociedade continuar forte em seu seio.

Por outro lado, a sua contraparte, o ultra capitalismo (capitalismo libertário), onde o ser humano é apenas uma máquina de fazer dinheiro, também tem que ser contida pois os resultados são tão perniciosos quanto a ideologia oposta. Aqui o rei é o mercado, E estado é mínimo e o ser humano indefeso diante do poder do capital.

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