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Depois fizeram aquela onda toda contra o concursado filho do Gen Mourão !...

A sujeira dos governos petistas é tão perniciosa quanto os efeitos das barragens de Mariana e Brumadinho.

Equipe de Bolsonaro já encontrou 1.048 petistas com salários superiores a R$ 50 Mil no Banco do Brasil

De acordo com o jornal Estadão, um dos principais alvos da “operação pente-fino” da equipe de Jair Bolsonaro é o Banco do Brasil.

Na instituição, centenas de apadrinhados políticos ocupam cargos com salários de até R$ 61,5 mil.

Diz o jornal:

“Nos governos do PT, o Banco do Brasil passou por uma ampliação de sua estrutura de comando. Além de nove vice-presidentes (salário de R$ 61,5 mil cada) e 27 diretores (R$ 47,7 mil), a instituição criou 11 cargos de gerente-geral (R$ 47,7 mil) – a ampliação de diretorias para abrigar funcionários sintonizados com os partidos de sustentação do governo exigiria uma complexa mudança estatutária. As remunerações estão acima do teto do funcionalismo público de R$ 33,7 mil.”

A folha mensal de pagamento de salário dos 1.048 ocupantes de cargos executivos do banco tem um gasto total de R$ 28, 9 milhões.

FONTE SECOU.
JANAÍNA PASCHOAL

“Se a imprensa grita contra? É sinal de que é bom para o Brasil, Afinal, falam de bobagens e amenidades, e esquecem o principal. Que tal falar do dólar a R$3,67 (e com ele baixam gasolina, pão, remédios, alimentação, etc..).
Por que não falar da alta da Bolsa, que com 93.800 pontos atinge o seu record e dá animo a nossa combalida economia?
Por que não denunciar os 580 mil usuários do Bolsa Família que saíram voluntariamente do Programa porque certamente o estavam fraudando? E claro, nem noticiaram devidamente o cancelamento do vergonhoso contrato do Ibama, que gastava 30 milhões de reais/mês do nosso dinheiro, só com aluguel de carros? E muito sorrateiramente esqueceram que a Ministra Damares cancelou um contrato irregular de 45 milhões de reais assinado no Governo passado.. E nem falaram que o ministro Chefe da Casa Civil só numa primeira canetada, exonerou mais de 300 servidores nomeados pelo PT e que estavam ocupando cargos comissionados com salários altíssimos no Palácio do Planalto.
E o melhor, a imprensa deu só uma notinha mas nós nas redes amplificamos:
Houve revisão ou mesmo um corte de 2,5 bilhões de reais em verbas que iam da Caixa Econômica para times de futebol e publicidade na mídia (entenderam porque gritam tanto? farinha pouca meu pirão primeiro né?).
Tem mais: finalmente abrem-se as Caixas Pretas do inadjetivavel e vergonhoso Sistema S e tbm as do BB, CEF e dos bilhões que o BNDES deu para as empreiteiras amigas do Rei Nine e da Rainha Mandioca, e para as ditaduras dos amiguinhos do PT. E o BNDES, já devolveu ao Tesouro 100 bi nesta semana.
E vem mais aí, que é denunciar e prender os responsáveis pelo rombo criminoso nos Fundos de Pensão, fatos que ocorreram nos últimos 15 anos.
Quarenta dois dias de Governo Bolsonaro e os desmandos da pilantrada estão aos poucos vindo à tona.
O resto? é ressentimento e inveja.
Afinal, as ratazanas que carcomiam e roíam o dinheiro público urram, pululam e dão uivos histéricos...”

Caros amigos e amigas, boa noite!

O Jornalista e Bloqueiro Jorge Serrão está de parabéns pois nesse texto abaixo ele diz tudo sobre a "Intervenção Militar" que foi realizada no BRASIL - sem se disparar um só tiro - apenas pelo voto democráticamente escolhido por mais de 75.000 milhões de eleitores brasileiros! Agora a Esquerda; os petralhas; os socialistas/comunistas; esquerdopatas podem durante quatro anos (2019-2022) espernar a vontade pois como bem disse o nosso querido ZAGALO: "Vocês vão ter que me aturar" (o novo regime) após mais de 25 anos de (des)governo nesse País!

Abrs,
I A G

O “PPP” DO NOVO REGIME MILITAR BRASILEIRO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

http://www.alertatotal.net/2019/02/o-ppp-do-novo-regime-militar-brasileiro.html
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Edição do Alerta Totalwww.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Membro do Comitê Executivo do

Movimento Avança Brasil

Regime Militar? 1964 a 1985? Isto é coisa do passado. O Brasil agora tem de cuidar do presente para ter algum futuro. A “surpreendente” eleição do Capitão Jair Messias Bolsonaro e seu vice General Antônio Hamilton Mourão produziu um fenômeno institucional. Os militares “tomaram” o poder no Brasil pelo voto direto e democrático. O País se descobriu de maioria conservadora, depois de tanta incompetência e ladroagem dos falsos progressistas de esquerda.

Dá até para brincar que criamos, ns urnas, uma espécie de jabuticaba. Um regime com proeminência militar que foi escalado pela maioria da população para enfrentar, neutralizar e, de possível, derrotar e exterminar a Ditadura do Crime Institucionalizado que se apossou da impropriamente denominada “Nova República” (1985 até 2018?). Tudo indica que estejamos em uma transição para algo diferente. Inclusive para reformas e, (quem sabe?), mudanças estruturais.

Agora, temos um Governo Federal com quase 70 cargos de alto escalão ocupados por qualificados oficiais das Forças Armadas. A tão falada e temida “Intervenção Militar” aconteceu sem golpe – ou, no máximo, por um golpe de sorte, sem necessidade de uma quartelada. Os arautos do Estado-Ladrão estão apavorados. A “Esquerda” parece uma virgem no bordel. A tal “Direita” ainda provar que tem competência, racionalidade e equilíbrio emocional para liderar o Brasil.

Enquanto os extremos ainda se bicam e se xingam, sobretudo nas redes sociais, Bolsonaro vai cuidando da saúde e tomando pé da real situação de um País dominado pelo Crime (ainda sem castigo). Mourão vai mostrando habilidade para evoluir sua relação pessoal com Bolsonaro, enquanto ocupa espaços de gestão, exercitando o diálogo e emitindo opiniões que fogem ao senso comum, inclusive com toques de bom humor que entristecem os inimigos.

A dupla eleita joga o jogo direitinho, para desespero dos extremistas. O flamenguista Mourão dá um show de diplomacia como método para atingir objetivos. Até os vascaínos gostam dele... Seu chefe Bolsonaro, um palmeirense com tique botafoguense, tem atuado com a máxima discrição e humildade. Agrada até aos corinthianos... O Presidente mais ouve do que fala. Começa a evoluir da fase de uma espécie de “sindicalista” do segmento militar para a postura sábia e hábil de um aprendiz de Estadista. O comportamento equilibrado de Bolsonaro é uma facada mortal, simbólica, na oposição burra e canalha.

Os militares inauguram um novo capítulo na História do Brasil. Atuam como gestores, cumprindo missões, fazendo planos, tocando projetos e entregando resultados objetivos, visíveis ou ainda invisíveis. O foco é a institucionalidade. O objetivo inicial é integrar ministérios que, antes, estavam entregues a diferentes quadrilhas. Cada feudo de um grupo de bandidos agia sem qualquer compromisso de integração – inclusive para roubar...

Assim, forçados a gerir um orçamento apertado, os milicos agora começam a mostrar que é possível uma gestão estratégica do Brasil. Ainda é cedo para falar de resultados maravilhosos. Alguns militares ainda enfrentam a falta de vivência e paciência para lidar com a canalhice do mundo da politicagem. Mas muitos já mostram elevada capacidade de articulação e, sobretudo, muito jogo de cintura para dialogar com opositores, adversários e inimigos.

A qualificação dos militares no poder surpreende. Se obtiverem sucesso na gestão básica de ministério e de empresas estatais (de economia mista), mostrando que é possível fazer Política de Alto Nível no Brasil, sem babaquices e infrutíferas polêmicas ideológicas, será possível vislumbrar uma etapa histórica ideal. Os militares, junto com os segmentos esclarecidos da sociedade, terão a chance, inédita, de formular um Projeto Patrótico de Poder, cuja base será a Democracia – e não a demagogia dos bandidos organizados.

Circula, nas redes sociais, uma lista de militares no governo. A tendência é que o número aumente. Depois de perderem a guerra ideológica de comunicação para a “esquerda”, que teve competência na demonização dos governos dos Presidentes-Generais, os militares na ativa, na reserva ou reformados dão sinais de que estão prontos para mudar o Brasil para melhor, agindo como servidores profissionais de um Estado que precisa ser reinventado.

Quem duvida que confira a lista abaixo, com nomes de militares de reconhecida qualidade e formação intelectual. “Ditadores” são os bandidos... Os milicos estão prontos para atacá-los abertamente, dentro das regras do jogo democrático, em meio a uma guerra de todos contra todos os poderes.

Que não demore a acontecer o PPP - "Projeto Patriótico de Poder"...

ELEITOS

01 – Presidente da República – Capitão Jair Bolsonaro,

02 – Vice-presidente da República – General Hamilton Mourão.

ABAIXO OS NOMEADOS

03 – Ministro da Secretaria Geral da Presidência – General Floriano Peixoto

04 – Secretário Executivo da Secretaria-geral – ?

05 – Secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Secretaria-geral – General Maynard Marques de Santa Rosa,

06 – Secretário-Executivo Adjunto da Secretaria-geral – General de Divisão Lauro Luis Pires da Silva,

07 – Assessor Especial da Secretaria-geral – Coronel Walter Félix Cardoso Junior,

08 – Secretário de Administração – Coronel Gilberto Barbosa Moreira

09 – Ministro do GSI (antiga Casa Militar) – General Augusto Heleno,

10 – Secretário-Executivo do GSI – General de Divisão Valério Stumpf Trindade,

11 – Secretário de Coordenação de Sistemas do GSI – Contra-Almirante Antonio Capistrano de Freitas Filho,

12 – Secretário de Assuntos de Defesa e Segurança Nacional do GSI – Major Brigadeiro do Ar Dilton José Schuck,

13 – Secretário de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI – General de Brigada Luiz Fernando Estorilho Baganha,

14 – Secretário-Executivo Adjunto do GSI – Brigadeiro do Ar Osmar Lootens Machado,

15 – Asssessor do GSI – General Eduardo Villas-Bôas

16 – Ministro da Defesa – General Fernando Azevedo e Silva,

17 – Secretário-Geral da Defesa – Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos,

18 – Chefe de Gabinete da Defesa – General Edson Diehl Ripoli

19 – Secretaria de Produtos de Defesa – General de Divisão Decílio de Medeiros Sales,

20 – Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto – Tenente Brigadeiro do Ar Ricardo Machado Vieira,

21 – Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) – Tenente-coronel da Força Aérea Brasileira Marcos Pontes,

22 – Chefe de Gabinete do MCTIC – Brigadeiro do Ar Celestino Todesco,

23 – Assessor Especial do Ministro – Tenente Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira

24 – Secretário de Políticas Digitais – Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Franciscangelis Neto,

25 – Secretário de Radiodifusão – Coronel Elifas Chaves Gurgel do Amaral,

26 – Diretor do Departamento de Serviços de Telecomunicações – Coronel Aviador Rogério Troidl Bonato

27 – Secretário-Executivo Adjunto – Coronel-Intendente Carlos Alberto Flora Baptistucci,

28 – Ministro de Minas e Energia – Almirante Bento Costa,

29 – Chefe de Gabinete de Minas e Energia – Contra-almirante José Roberto Bueno Junior,

30 – Ministro da Infraestrutura – Capitão Tarcísio Gomes,

31 – Secretário de Transportes Terrestre e Aquaviário – General Jamil Megid Júnior,

32 – Ministro da Secretaria de Governo – General Carlos Alberto dos Santos Cruz,

33 – Secretário Nacional de Segurança Pública – General Guilherme Theophilo,

34 – Coordenador-Geral de Estratégia da Senasp – Coronel Freibergue do Nascimento,

35 – Coordenador-Geral de Políticas da Senasp – Coronel José Arnon dos Santos Guerra,

36 – Assessor técnico do Gabinete do Ministro da Justiça – Sub-Oficial da Aeronáutica Alexandre Oliveira Fernandes,

37 – Secretário de Esportes – General Marco Aurélio Vieira,

38 – Ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) – Capitão Wagner Rosário,

39 – Presidente da Funai – General Franklimberg de Freitas,

40 – Presidente do Incra – General Jesus Corrêa,

41 – Presidente dos Correios – General Juarez Aparecido de Paula Cunha,

42 – Assessor Especial do Presidente dos Correios – Coronel André Luis Vieira

43 – Diretor da Anvisa – General Paulo Sérgio Sadauskas,

44 – Diretor de operações do Serpro – General Antonino Santos Guerra,

45 – Superintendente da Suframa – Coronel Alfredo Menezes,

46 – Chefe de Gabinete Adjunto do Ministério da Educação – Coronel Ayrton Pereira Rippel,

47 – Presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) – General Oswaldo de Jesus Ferreira,

48 – Diretor de Programas da Secretaria-Executiva do MEC – Coronel Aviador Ricardo Roquetti

49 – Chefe de Gabinete do Inep – General Francisco Mamede Brito Filho,

50 – Presidente do Conselho de Administração da Petrobras – Almirante-de-esquadra Eduardo Bacellar Ferreira,

51 – Gerente Executivo de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobrás – Capitão-Tenente da Marinha Carlos Victor Guerra Naguem

52 – Diretor Administrativo-Financeiro da Telebras – General José Orlando Ribeiro Cardoso

53 – Presidente da Itaipu – General Joaquim Silva e Luna,

54 – Diretor Geral do Dinit – General Antônio Leite dos Santos Filho

55 – Diretor Executivo do Dinit – Coronel André Kuhn

56 – Porta-voz do governo – General Otávio Santana do Rêgo Barros,

57 – Assessor da Caixa Econômica Federal – Capitão de Mar e Guerra Marcos Perdigão Bernardes,

58 – Assessor da Caixa Econômica Federal – Capitão de Mar e Guerra Almir Alves Junior,

59 – Assessor da Caixa Econômica Federal – Brigadeiro Mozart de Oliveira Farias

60 – Secretário de Orçamento, Finanças e Gestão do Ministério do Meio Ambiente – General Nader Motta,

61 e ss – Novos superintendentes do Ibama – ?

62+ - Diretor financeiro executivo de Itaipu - vice-almirante Anatalício Risden Júnior

Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Fevereiro de 2019.

É preciso divulgar!!

Sínodo da Amazônia

Se a soberania nacional não for defendida, tornar-se-á refém da esquerda religiosa

Denis Lerrer Rosenfield, professor de Filosofia da UFRGS

18 Fevereiro 2019 | 04h30

Pensar a Amazônia, em termos internacionais, como se fosse uma mera discussão neutra, desprovida de caráter político, ou melhor, geopolítico, é uma grande ingenuidade. Alguns escondem seus reais propósitos numa retórica aparentemente moral e universal, tendo como fundamento questões ambientais, indígenas ou quilombolas; outros são mais diretos, procurando retirar do Brasil a soberania de uma fatia de seu território. Uns e outros partem de uma mesma ideia de “universalidade”, devendo nosso país se curvar a uma “humanidade” dirigida e controlada por eles.

O documento preparatório da Igreja Católica para o Sínodo da Amazônia procura capturar os incautos por intermédio de uma argumentação supostamente moral e humanitária, quando, na verdade, tem uma orientação política claramente estabelecida. Tal orientação está baseada na Teologia da Libertação, com referências explícitas a seus encontros fundadores em Puebla e Medellín. A argumentação bíblica é utilizada para estabelecer uma linha de continuidade entre a Torá, com nome hebraico no texto, e essa teologia que tem um eixo ideológico, baseado no marxismo. Só faltou dizer que a Teologia da Libertação é a herdeira direta do Antigo Testamento, o que equivaleria a dizer que o marxismo seria sua melhor expressão.

Convém não esquecer que tal orientação da CNBB está sendo fortalecida no atual papado, quando tinha sido liminarmente descartada pelo anterior pontífice, Bento XVI, já desde a época em que era conhecido como cardeal Ratzinger. Este em 1984 escreveu um livro crítico e mordaz contra a Teologia da Libertação, considerando-a uma perversão do pensamento católico. Em seu livro sobre a vida de Jesus, retomou a mesma posição, tendo-a como uma forma do “anticristo”. Cristianismo e marxismo seriam incompatíveis.

Acontece que setores da Igreja Católica brasileira, congregados na CNBB, procuram vender a imagem da neutralidade política, como se estivessem apenas preocupados com questões, digamos, religiosas ou universais nesta acepção restrita, quando, na verdade, estão profundamente engajados na política. Assumem claramente posições de esquerda! Talvez por ter a esquerda perdido espaço nesta última eleição estejam tentando ocultar as ideias que os norteiam!

Curioso que esse ocultamento se faça, muitas vezes, sob o manto de uma diferenciação em relação aos evangélicos, como se estes fizessem política e os católicos, não. Trata-se de mero disfarce, apresentado sob a forma da oposição, a “esquerda católica” não fazendo política, o que seria o caso da “direita evangélica”. Trata-se de uma forma retórica de velar seus reais propósitos.

A Igreja Católica, por intermédio da Comissão Pastoral da Terra (CPT), criou o MST, na década de 1980, e o acompanha deste então. Suas posições são expressamente anticapitalistas e revolucionárias, apregoa a violência nas invasões de terras, rurais e urbanas, em flagrante desrespeito à lei. Quando não a favorece, a lei é só uma ferramenta de “latifundiários” e “conservadores”. Despreza a democracia e o Estado de Direito.

A Igreja Católica também colaborou decisivamente na fundação do PT, constituindo um dos seus eixos. Aí a Teologia da Libertação encontrou terreno particularmente fértil para o seu florescimento. Foi companheira incansável dos governos petistas, o que significa dizer que foi complacente com o descalabro econômico e social por eles produzidos, sem dizer da captura do Estado pela corrupção desenfreada.

Outra comissão dela, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), almeja tornar os indígenas um instrumento seu e das ONGs a ele associadas, apresentando a visão de que suas áreas demarcadas seriam, praticamente, recortadas do território nacional. Ou seja, o Brasil não seria uma nação de indivíduos das mais diferentes crenças e etnias, mas sofreria uma subdivisão interna, formada por nações indígenas, que teriam completa autonomia sobre os seus territórios. A leitura de seus documentos mostra um linguajar marxista, voltado para a transformação revolucionária do País.

Apenas um dado: o Brasil, segundo o IBGE, tem em torno de 1 milhão de indígenas, dos quais aproximadamente 500 mil em zonas rurais. Ocupam em área demarcada 12,5% do território nacional. Se fôssemos seguir o Cimi e ONGs afilhadas, o País deveria ceder 24% de seu território para meio milhão de pessoas, para “nações”. O passo seguinte seria a sua representação na ONU!

O documento do sínodo está repleto de menções às ameaças de desmatamento, como se o País fosse o grande destruidor do planeta. Ora, segundo dados da Embrapa Satélite, pesquisados por um dos seus mais influentes estudiosos, Evaristo de Miranda, o Brasil é um dos países mais preservacionistas, ostentando o invulgar índice de conservação de mais de 60% de vegetação nativa, com contribuição decisiva dos empreendedores rurais. Dados esses, aliás, confirmados pela Nasa.

Nesse texto, discorre-se sobre a “Pan-Amazônia” que recortaria todos os países da Floresta Amazônica, que deveriam ser objeto de tratamento específico, segundo as ideias da “igreja universal”: a Igreja Católica sob a orientação da Teologia da Libertação, com seu séquito de ongueiros mundiais. A Igreja estaria, assim, se imiscuindo nos assuntos internos desses países, como se eles devessem curvar-se a tais ditames tidos, então, por “universais”.

O general Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Nacional, está coberto de razão ao externar a sua preocupação com os rumos desse sínodo político e esquerdizante. Pensam os militares nos destinos do País e na integridade do seu território. O que está em questão é a soberania nacional. Se não for defendida, tornar-se-á refém dessa esquerda religiosa, ambientalista e indigenista, supostamente “humanitária”. E o sentido mesmo da Nação brasileira estará perdido.

*DENIS LERRER ROSENFIELD É PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UFRGS

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,sinodo-da-amazonia,70002725593

Maduro só não caiu porque tem sustentação das Forças Armadas, altamente corruptas

Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo

22 Fevereiro 2019 | 03h00

É altamente constrangedor, mas a verdade é que o último elo de sustentação do agonizante regime de Nicolás Maduro são as Forças Armadas da Venezuela e elas são, antes mesmo de Hugo Chávez, incluídas entre as mais corruptas das Américas.

Essa avaliação percorre os gabinetes militares do governo Jair Bolsonaro, que busca portas e atalhos para manter-se informado não apenas sobre a situação e os movimentos do próprio Maduro, como também sobre a disposição e as divisões dentro das Forças Armadas, que têm mais de mil generais. Um espanto!

Maduro é tratado no Brasil, no governo e fora dele (exceto em parte do PT), como patético, mas, ainda assim, perigoso. As Forças Armadas são fundamentais para apagar esse último adjetivo, mas insistem em apoiá-lo.

Um dia depois do grande momento de Bolsonaro, com o lançamento da “nova Previdência”, a quinta-feira foi tomada pela surpresa e pela discussão sobre a decisão de Maduro de fechar as fronteiras entre os dois países para impedir a entrada de caminhões com alimentos e medicamentos.

De certa forma, é uma declaração de guerra, ao menos de guerra branca. Curiosamente, o vice Hamilton Mourão vai participar da reunião do Grupo de Lima, em Bogotá, e Bolsonaro se reuniu com os ministros Augusto Heleno (GSI) e Santos Cruz (Secretaria de Governo), além de Onyx Lorenzoni (Casa Civil), sem convocar o chanceler Ernesto Araújo, só contatado por telefone. Depois, o porta-voz Rêgo Barros evitou um tom beligerante ou qualquer vestígio de ameaça, só avisando que a “Operação Acolhida” está mantida.

A situação é delicada por vários motivos, principalmente porque há um cerco de 50 países à Venezuela, isolada, desabastecida, em desgraça, mas ninguém sabe, ou diz, qual a saída de fora para dentro. Em articulação, ou até arregimentados pelos EUA, o Brasil e a Colômbia atraíram para si não apenas os holofotes, mas a responsabilidade pela solução do problema, e sem a via diplomática, implodida por Maduro. Sem a via diplomática, o que resta?

No mais, a gravíssima crise na Venezuela envia claros sinais para o Brasil, até porque, lá, o regime Chávez surgiu de um acordo entre a cúpula das Forças Armadas e parcelas da esquerda, sendo o próprio Chávez o instrumento e uma síntese dessa aliança. No Brasil, a “nova era” é resultado da indignação das Forças Armadas, muito particularmente do Exército, e de parcelas da direita, sendo Bolsonaro o instrumento e uma síntese dessa aliança.

Lá e cá, o estopim foi a exaustão, dos militares, de setores políticos e da própria população, diante da desordem, da corrupção, dos abusos das elites. Logo, os objetivos foram os melhores possíveis, mas, entre a teoria e a prática, entre a intenção e a execução, há um inferno cheio de variados demônios.

Como todo autoritário, convicto de que é dono da verdade, da pureza, das melhores intenções e da solução, Chávez foi cometendo um erro atrás do outro, até chegar ao mais dramático deles: não preparou um sucessor e, ao morrer, jogou o seu país no colo de Maduro, despreparado e irresponsável.

O mais chocante é que, assim como deram suporte à aventura Chávez, os militares garantiram a ascensão de Maduro. Logo, como lamentam generais brasileiros, os dois fatores confluíram: a velha corrupção arraigada nos comandos venezuelanos e a nova e doce sensação de poder, com a política entrando e inundando os quartéis.

Os militares brasileiros não têm absolutamente nada a ver com os venezuelanos. Profissionais, muito bem treinados, respeitados no mundo todo e sempre líderes das pesquisas, eles estão no centro das discussões sobre as saídas para o país vizinho, mas com uma certeza: o uso da força não é uma dessas saídas.

https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,maduro-e-os-militares,70002731424

Venezuela ameaça cortar fornecimento de energia elétrica para Roraima

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Venezuela ameaça cortar fornecimento de energia elétrica para Roraima: O eventual corte no fornecimento de energia ao estado de Roraima pela Venezuela representaria um custo extra de R$ 1,2 bilhão por ano para os consumidores de todo o Brasil.

O país ameaçou interromper o fornecimento ao único estado que não está interligado ao sistema elétrico brasileiro e que depende em grande parte das importações vindas do país vizinho.

Os dados são da Agência Nacional de ( Aneel ) e foram levantados há pouco pelo editor.

URGENTE: VENEZUELA POSICIONA MÍSSEIS NA FRONTEIRA COM BRASIL.

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Nelson F During
Editor-Chefe DefesaNet

O governo Maduro posicionou o Sistema de Mísseis de Defesa Aérea S-300VM próximo à fronteira com o Brasil. É a segunda ação após anunciar o fechamento da fronteira com o Brasil, o que ocorreu às 20horas desta quinta-feira.

Segundo a plotagem que DefesaNet recebeu, a posição onde o sistema S-300 foi posicionado é a região do Aeropuerto de Santa Elena de Uairén, que dista da cidade fronteiriça de Pacaraima, Estado de Roraima, cerca de 11km.

A Venezuela possui 3 Sistemas de Defesa Aérea S-300, que inclui lançadores, sistemas de radares e apoio. Trazer um sistema estratégico tão valioso para uma posição de fronteira tem um caráter provocativo.

O que é o S-300VM

O sistema de Defesa Aéreo S-300VM é produzido pela empresa russa Antey-Almaz. Tem sido o maior sucesso de vendas no mercado internacional da indústria militar russa pós-Guerra Fria. Supera em muito o sucesso dos famosos caças Sukhoi.

A Venezuela adquiriu os S-300 durante o governo de Hugo Chávez. Junto incorporou o conceito de defesa aérea desenvolvido pelos russos desde a Guerra Fria. Trata-se de um sistema escalonado, que vai desde o menor nível com canhões até os mísseis para grande altitude:
1 - canhões de 20 a 40mm;
2 – MANPADS IGLA S 3,5km
3 - S-125 Pechora 2M 20km Altitude
4 - BUK-2ME 25 km Altitude
5- S-300VM 30 km Altitude
A Venezuela adquiriu não só os sistemas de mísseis e Comando e Controle (C2), mas sim o conceito de operação e emprego dos russos. Há três anos foi o criado o “Comando de Defensa Aeroespacial Integral” (CODAI). É subordinado ao “Comando Estrategico Operacional” (CEOFANB), outro conceito importado da Rússia.

O CODAI tem recebido treinamento sobre os avanços ocorridos na Guerra da Síria diretamente de missões russas que visitam o país. O controle de afinidade ideológico dos seus membros
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O S-300VM é o grande guarda-chuva do sistema de defesa aérea venezuelano. Pode-se dizer que é o que tem mantido vivo o Regime Chavista e o Governo Maduro.

O Objetivo

O Objetivo de posicionar um sistema estratégico de tanta importância como os S-300MV tão próximo da fronteira é uma clara provocação e tem o fim de impactar TODO o tráfego aéreo na região norte do Brasil.

Assim criam uma área de exclusão aérea que atinge até Manaus. Torna inefetivo o aeroporto de Boa Vista. Com os seus potentes radares trabalhando a plena potência, sem necessidade de ações discretas para evitar mísseis anti-radiação ou ações de Interferência Eletrônica, têm um alcance de 300km.
mapa

A Venezuela expediu o NOTAM Ao 160/19 (Notice to Airmen) com um área de exclusão aérea entre o continente e as ilhas de Curaçao, Aruba e Bonaire, consideradas um dos três pontos de apoio de distribuição de ajuda humanitária.

Os outros dois pontos são Cúcuta (Colômbia) a Pacaraima (Brasl).

Porém, a área de inteligência considera, que na prática a Venezuela está colocando TODO o seu espaço aéreo como área de exclusão, ao acionar os radares dos sistemas de mísseis.
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No círculo vermelho a área estimada da cobertura do radar do S-300VM, cerca de 300 km de raio. Este alcance depende da característica do terreno e da potência que está sendo empregada nos radares. Observar que a altura chega a 10.000m

As linhas internacionais Brasil-Estados Unidos usam a rota sobre a Venezuela para cruzar o Caribe.

Usado uma similaridade com o voo Malaysia Airlines MH 17, o Boeing 777-200, abatido por um míssil BUK (performance inferior ao S-300VM), quando sobrevoava a região da Crimeia, em 17JUL2014. Foram 298 vítimas.

Agressão ?

decreto

Portanto se a ação da Venezuela, caso seja continuada, é classificada como “Agressão Estrangeira”, e como no inciso 1º “ainda que não signifiquem invasão ao território nacional”.

Tanto o aeroporto de Boa Vista, como a Base Aérea da agora denominada ALA7 apresentam operação restritas e de risco.

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