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Caros amigos

Todos os indicadores lógicos prenunciam o desastre que seria para o Brasil uma eventual eleição de Fernando Haddad e o retorno do Partido dos Trabalhadores ao poder da República.

Um passeio superficial sobre os 13 anos em que esta quadrilha esteve no poder nos dá uma dimensão do mal que eles e seus aliados causaram ao Brasil pela prática da desonestidade, da incompetência e da irresponsabilidade, baseados em uma ideologia obsoleta, no desrespeito aos direitos humanos, na promoção da insegurança pública, na destruição do patrimônio nacional - público e privado -, na aversão à verdade, à liberdade e à evolução natural dos seres humanos!

Todos os brasileiros de bem, a polícia e os agentes e analistas do mercado e da política nacional e internacional podem avaliar o desastre que seria para o Brasil ter essa gente novamente no poder.

Não podemos duvidar da capacidade e do valor da democracia que ainda temos. Devemos esforçar-nos ao máximo para dar a ela a oportunidade para provar a sua existência e a sua garantia de uma vida com liberdade para desfrutar das oportunidades de evolução pessoal e coletiva que só ela nos pode oferecer.

Devemos ter em mente que, embora improvável, seria muito triste ver, mais uma vez, a verdade, a lógica e a razão serem superadas por mentiras, vantagens efêmeras e promessas sem fundamentos e, de forma absurda, a Nação ser comandada de dentro da cadeia por Luiz Inácio Lula da Silva.

O desastre se completaria quando a cólera das multidões tomasse as ruas diante da ousadia dos canalhas que tentassem mudar a lei para tornar "livre" o maior de todos os cafajestes da nossa história e, ainda, o atrevimento imprudente de pensar em fazê-lo subir a rampa do Palácio do Planalto!

Independente do absurdo desses pensamentos, devemos continuar a perseguir, por todos os meios lícitos e republicanos, o futuro que desejamos para o Brasil e que merecem os brasileiros honestos e amantes da Pátria livre, rica e acolhedora que Deus houve por bem nos reservar!

A vitória de Jair Messias Bolsonaro no próximo e histórico dia 28 de outubro será a vitória do Brasil. Somente ele e a sua equipe de patriotas podem assegurar aos brasileiros a permanência e a efetividade do lema "Brasil acima de tudo e Deus acima de todos"!

Temos que confiar em nós mesmos e naqueles que, como nós, comungam deste amor ao Brasil!

General Paulo Chagas

E são os militares e os "privilegiados" funcionários públicos sõ culpados pelo rombo da previdência?

Você sabia que aproximadamente 20 mil anistiados recebem a “Bolsa Ditadura”? Entre eles; Lula, Dilma, Fernando Henrique, Zé Dirceu, José Genuíno, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Marieta Severo e muitos outros recebem o benefício mensalmente e são isentos de pagar Imposto de Renda. Sendo que desses 20 mil, 10 mil recebem indenizações mensais acima do teto constitucional (R$ 33.763,00). Além desse benefício, o Lula, a Dilma e o Fernando Henrique, recebem também a aposentadoria como ex-presidentes que é: R$ 30.471,00. Essa esquerda maldita tira dos cofres públicos mensalmente a bagatela de R$ 365 milhões, R$ 4,38 bilhões por ano, pagos por nós, otários!
Um governo Bolsonaro pode acâbar com essa farra. Por isto é que eles estão desesperados com receio de perderem esta mamata. Vamos compartilhar essa festa com dinheiro público

Consideração minha, antes de você ler o excelente e esclarecedor artigo abaixo.
Por curiosidade, procure saber quantos países, no mundo, adotam este sistema eletrônico de votação. Pelo que sei, só Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Brasil.
Boa leitura e REPASSEM
Yog Uchoa

DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS
(Artigo de Antonio Carlos Portinari Greggio publicado no jornal INCONFIDÊNCIA de setembro.)
Dizem que não vale, mas na terra do vale-tudo, tudo vale.

A impressão do voto pela "urna" eletrônica, exigida por Bolsonaro, não resolve nada.
Aliás, é ridículo usar esse nome "urna". Se eu disser que um bicho coberto de penas, com dois pés, duas asas, que cacareja e bota ovos, é meu cachorrinho de estimação, dirão que sou louco ou idiota. Mas quando o Governo Federal nos mostra um computador e diz que é urna eleitoral, quer que acreditemos.
Todo o computador se compõe de uma unidade central com periféricos de entrada e saída de dados. A unidade central tem: (1) processador, memórias (2) RAM e (3) ROM, (4) fonte de alimentação e (5) placa-mãe. Esses componentes funcionam de acordo com instruções da BIOS (sistema básico de entrada e saída de dados), e dos programas encarregados de executar as operações. Para executar sua função – processar dados – ele precisa ter dispositivos de entrada e de saída de dados – teclados, monitores, conexões com rede e com dispositivos como disquetes ou pendrives. A "urna" eletrônica, além de NÃO parecer com URNA, tem TUDO isso. Portanto NÃO É URNA, é COMPUTADOR. URNAS servem para guardar coisas. Nas eleições, guardam cédulas com votos. Não fazem nada além de GUARDAR. Já o computador PROCESSA DADOS. Processar significa compilar, comparar, ordenar, conjugar, separar, trocar, tudo o que o programa mandar. Logo, não tem nada de urna. É instrumento que pode ser usado para mexer nos resultados conforme a VONTADE de quem o controla.
Além de poderem ser manipulados na própria "urna", os votos digitalizados são transmitidos a outro computador central, onde novamente podem ser manipulados.
Além de poder alterar resultados, a “urna” eletrônica pode IDENTIFICAR OS ELEITORES E OS RESPECTIVOS VOTOS, anulando assim o princípio constitucional do VOTO SECRETO. Observem qualquer seção eleitoral. Não é preciso entender de informática para verificar três fatos. Primeiro, os eleitores votam em sequência, um a um. Apresentam-se e são identificados no terminal da mesa, o qual está ligado à “urna” por um longo cabo bem visível. Em seguida o eleitor vai à cabina e vota. Vejam: a mesma “urna” identifica o eleitor e em seguida registra o seu voto. Como todo o computador, o funcionamento da "urna" é continuamente sequenciado e sincronizado pelo relógio interno do processador. Esse relógio não pode ser desligado porque dele depende o funcionamento do processador, tal como o bumbo e a corneta nas paradas militares. Portanto, tudo o que acontece na "urna" é sequenciado e marcado pelo relógio. A identificação do eleitor na mesa é imediatamente seguida pelo voto desse eleitor. São duas sequencias paralelas e sincronizadas. É facílimo, pois, combinar as duas listas e assim identificar o voto de cada eleitor. O SISTEMA DE "URNAS ELETRÔNICAS" VIOLA O PRINCÍPIO DO VOTO SECRETO.
Além de serem gigantesca fraude, as eleições eletrônicas SUFOCAM O ESPÍRITO CÍVICO DO POVO BRASILEIRO. As eleições pelo antigo sistema manual exigiam a participação da população. Não poderiam acontecer sem que milhares de pessoas em todo o Brasil fossem mobilizadas para executar todo o processo, desde as mesas até as apurações. Eram convocadas pela Justiça Eleitoral e serviam sem pagamento, por dever cívico. Os partidos também convocavam seus membros para fiscalizar o processo. O Brasil inteiro se alvoroçava numa imensa festa da cidadania. Além de transparente, o sistema manual era exercício de democracia viva e atuante.
O sistema eletrônico acabou com isso. Os mesários, coitados, se transformaram em simples digitadores duma geringonça cujo funcionamento desconhecem. Não há mais nada daquele febril e tenso movimento de gente do povo a fazer História e a participar da Política. No sistema eletrônico, terminada a votação, todos se apagam, se recolhem e aguardam o veredito de Brasilia, resultante de esquemas ocultos, de programas que ninguém conhece nem tem condições de auditar. Os que têm mínima consciência se sentem como palhaços cinicamente manipulados pela quadrilha no poder.
O sistema eletrônico, portanto, viola três princípios fundamentais do sistema republicano.
Primeiro, permite manipulações e fraudes, e certamente as comete.
Segundo, quebra o sigilo do voto.
Terceiro, exclui o povo do evento mais importante da democracia.
Que fazer?
Imprimir os votos? Fotografar boletins de "urnas" que não são urnas? Testar o sistema com hackers?
Quanta ingenuidade.
Não adianta remendar ou aperfeiçoar o voto eletrônico.
É preciso acabar com ele.
UMA DEMOCRACIA DE VERDADE SÓ DEVE ACEITAR ELEIÇÕES CUJAS REGRAS E FUNCIONAMENTO SEJAM CLAROS, TRANSPARENTES E COMPREENSÍVEIS PARA QUALQUER PESSOA MEDIANAMENTE EDUCADA EM TODAS AS ETAPAS, DESDE O COMPARECIMENTO DO ELEITOR ATÉ O RESULTADO DAS APURAÇÕES.
O SISTEMA MANUAL É SIMPLES E COMPREENSÍVEL PARA TODOS E PODE SER FACILMENTE FISCALIZADO E AUDITADO.
O SISTEMA ELETRÔNICO SÓ É COMPREENSÍVEL PARA POUCOS TÉCNICOS, MAS OS QUE O COMPREENDEM NÃO CONSEGUEM AUDITÁ-LO PORQUE SÃO IMPEDIDOS PELO TSE. Mas não se trata apenas de auditar. AINDA QUE FOSSE INTEIRAMENTE ABERTO À AUDITORIA, NÃO PODERIA SER ACEITO PORQUE ELEIÇÕES TÊM DE SER COMPREENDIDAS E FISCALIZADAS POR TODA A POPULAÇÃO.
O SISTEMA BRASILEIRO É ESOTÉRICO, FECHADO E INACESSÍVEL. Os que o controlam estão envolvidos em processos criminais por corrupção e fraude. Muitos são traidores que, ao abrigo duma constituição feita por eles mesmos, cometem crimes de traição à Nação que em outros países são punidos com penas duríssimas e infamantes.
PORTANTO, DEVE SER CONSIDERADO COMO ILEGÍTIMO E FRAUDULENTO.
Sentindo-se acuada, a quadrilha no poder argumenta que a Oposição TEM DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS. Segundo eles, se a Oposição ganhar a eleição, não reclamará do sistema eletrônico. Mas se perder, dirá que é fraude. Ou seja, só aceita se ganhar.
Não é verdade. A Oposição não contestaria sua derrota se o sistema fosse manual e o povo dele participasse e o fiscalizasse.
Mas com o sistema eletrônico, a história é outra. A Oposição sempre foi contrária às urnas eletrônicas. Apesar disso, a quadrilha cinicamente se recusa a mudar o sistema, e proibiu até a impressão do voto, sem explicar os motivos.
Evidentemente, seu objetivo é a fraude. Não há outra explicação. Ela tem muitas razões para querer fraudar as eleições. Pela primeira vez em mais de trinta anos a Oposição tem condições de chegar ao poder, com apoio do povo, dentro das regras. Sem acordos, conchavos ou compromissos com a quadrilha. Ela está apavorada. Seus chefes não podem sair às ruas nem frequentar locais públicos. Têm medo do povo. Por isso, estão dispostos a tudo. Para eles, é questão, não direi de vida ou morte, mas de continuar no poder ou perder tudo e amargar o resto das suas vidas na prisão ou na ignomínia, tudo isso dentro das leis e regras que eles mesmos criaram, contando com a eterna impunidade.
Trata-se, pois, de vale-tudo.
Por isso, a Oposição usa, sim, DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS.
Se o sistema eletrônico der a vitória à Oposição, não significará que é honesto. Será apenas sinal de que a quadrilha pensou e meditou e resolveu recuar com medo de rupturas ou de revolta caso afronte o eleitorado. Nesse caso, apesar de vencer, a Oposição não mudará de opinião quanto às "urnas" eletrônicas. Para ser coerente, terá de abolir o atual sistema e restaurar o antigo e confiável SISTEMA ELEITORAL MANUAL.
Mas se perder, a Oposição terá mil razões para contestar os resultados, já que vem denunciando o sistema há mais de vinte anos
Logo, usar dois pesos e duas medidas nessas eleições é perfeitamente válido.

Antonio Carlos Portinari Greggio

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