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DIFUNDIR À EXAUSTÃO PARA MOSTRAR O PERMANENTE E VERDADEIRO IDEÁRIO

O GLOBO

OPINIÃO

O PT incompatível com a democracia
Ideia do partido era transformar o Estado brasileiro num feudo petista, com reforma do Estado e subordinação a seus interesses e correligionários

Ives Gandra da Silva Martins

27/05/2016 - 00:00 / 27/05/2016 - 00:48

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Li, com muita preocupação, a “Resolução sobre a conjuntura” do PT, análise ideológica, com nítido viés bolivariano, sobre os erros cometidos pelo partido por não ter implantado no Brasil uma “democracia cubana”.

Em determinado trecho, lê-se:

“Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação”.

De rigor, a ideia do partido era transformar o Estado brasileiro num feudo petista, com reforma do Estado pro domo sua e subordinação a seus interesses e correligionários, as Forças Armadas, o Ministério Público, a Polícia Federal e a imprensa.

O que mais impressiona é que o desventrar da podridão dos porões do governo petista deveu-se, fundamentalmente, às três instituições, ou seja, imprensa, Ministério Público e Polícia Federal, que, por sua autonomia, independência e seriedade, não estão sujeitos ao controle dos detentores do poder. Ao Ministério Público é outorgada total autonomia, pelos artigos 127 a 132 da Lei Suprema, e as polícias funcionam como órgãos de segurança do Estado e não são instrumentos ideológicos, conforme determina o artigo 144, da Carta da República. A Constituição Federal, por outro lado, no artigo 220, garante a absoluta liberdade aos meios de comunicação.

Por fim, as Forças Armadas, como instituição do Estado, e não do governo, só devem intervir, com base do artigo 142 da Constituição, em caso de conflito entre os poderes para restabelecimento da lei e da ordem. É de se lembrar que, tiveram, durante a crise política deflagrada pelo mar de lama que invadiu as estruturas do governo, comportamento exemplar, mantendo-se à distância como observadoras, permitindo o fluir dos instrumentos democráticos para estancarem a desfiguração crescente da República brasileira.

Controlar a Polícia Federal, que descobriu o assalto aos cofres públicos? Manietar o Ministério Público, que tem denunciado os saqueadores do dinheiro dos contribuintes? Calar a imprensa, que permitiu à sociedade conhecer os profundos desmandos do governo por 13 anos? É isto o compromisso “democrático e nacionalista” do PT?

Modificar os currículos das academias militares para formar oficiais com ideologia bolivariana, a fim de servir ao governo, e não ao Estado, seria transformar as Forças Armadas em órgão de repressão, como ocorre com os exércitos de Maduro ou dos Castros.

Embora tenha muitos amigos no PT, sempre divergi das convicções políticas dos governantes ora alijados da Presidência, mas sempre entendi que sua intenção era a de respeitar as regras democráticas. Desiludi-me, profundamente, ao constatar que os maiores defensores da ética, como se apresentavam quando na oposição, protagonizaram o governo mais corrupto da história do mundo.

Pretenderem agora, em mea-culpa, arrependerem-se por não terem transfigurado o Brasil numa Cuba ou numa Venezuela é ter a certeza de que nunca desejaram viver, no país, uma autêntica democracia. Penso mesmo que a presidente Dilma, que foi guerrilheira, como José Dirceu, intentando aqui implantar um regime marxista, durante o regime de exceção dos militares, jamais abandonou o objetivo daquela luta.

Após a leitura da “Resolução da Conjuntura”, minhas dúvidas foram dissipadas. A democracia verdadeira nunca foi um ideal petista.

Ives Gandra da Silva Martins é jurista

Nota -Consultar a Íntegra da RESOLUÇÃO da CONJUNTURA EM:

http://www.pt.org.br/executiva-do-pt-divulga-nova-resolucao-de-conjuntura-conheca/

Caros amigos

Acabo de encerrar uma incursão na política que me proporcionou muitos ensinamentos, todos muito úteis para o meu compromisso com o Brasil.

Dispus-me a ser o Governador do Distrito Federal, a governar como um Servidor e a provar que é possível fazê-lo com simplicidade, objetividade, honestidade, austeridade e entusiasmo, visando apenas e tão somente o interesse público.

Não obtive o êxito que me propus a alcançar na disputa eleitoral, mas fui mais além do que a lógica aparente me permitiria almejar.

Sempre fui, e continuo sendo, um fiel adepto da máxima de que “mais vale a tristeza da derrota do que a vergonha de não ter lutado”, o que consola, mas não tira do resultado final o conceito e o gosto de derrota.

Muitos foram os motivos do insucesso, alguns visíveis e lógicos, como as regras do jogo, que favoreceram com recursos financeiros e tempo de exposição aos que as criaram, e, logicamente, o desinteresse da grande mídia pelos chamados “outsiders”, aqueles que, por não terem imagem pública nem dinheiro suficiente para construi-la em tempo hábil, foram excluídos das manchetes e de alguns dos debates mais importantes.

Soma-se a isso a indução ao “voto útil” – produzido pelas pesquisas maliciosas e mal feitas – e a traição do diretório do PSL/DF que vendido à “velha política” afastou-se de Jair Bolsonaro e criou a confusão entre os números 17 e 44.

No meu caso, deve ser adicionada ainda a negação ao discurso fácil, antiquado, emocionado e falso da demagogia e das promessas fora da realidade, mas agradáveis aos ouvidos dos desavisados ou dos que só se interessam por vantagens imediatas e que se negam a enxergar e a considerar as consequências nefastas do corporativismo irresponsável.

A honestidade de propósitos e a desambiguação pessoal que a formação militar impõe ao meu comportamento fizeram com que eu fosse, nesse ambiente hostil, como uma “mariposa em festa de sapos”. E foi aí que se esconderam os motivos invisíveis do fracasso, as “línguas” que se lançaram em minha direção e que, mesmo não me tendo alcançado, certamente boicotaram a impulsão do meu voo.

O tempo, a observação, a investigação, o conhecimento e a experiência me permitirão identificar com clareza até aonde chegaram essas “línguas” e as razões sentidas, mas ainda invisiveis, que se somaram aos motivos lógicos do resultado aquém do almejado.

Colho o ensejo desta análise muito superficial para agradecer ao PRP e aos que acreditaram e votaram nas propostas que apresentamos – muito bem elaboradas pelo Instituto SAGRES -, assim como a lealdade e o empenho incondicional dos amigos e das amigas que voluntariamente cooperaram e ombrearam comigo nessa incursão. A eles devo a satisfação de termos chegado muito além do que a lógica da velha e carcomida política distrital imaginou que chegaríamos.

A todos o meu muito obrigado!

General Paulo Chagas

Caros amigos

Todos os indicadores lógicos prenunciam o desastre que seria para o Brasil uma eventual eleição de Fernando Haddad e o retorno do Partido dos Trabalhadores ao poder da República.

Um passeio superficial sobre os 13 anos em que esta quadrilha esteve no poder nos dá uma dimensão do mal que eles e seus aliados causaram ao Brasil pela prática da desonestidade, da incompetência e da irresponsabilidade, baseados em uma ideologia obsoleta, no desrespeito aos direitos humanos, na promoção da insegurança pública, na destruição do patrimônio nacional - público e privado -, na aversão à verdade, à liberdade e à evolução natural dos seres humanos!

Todos os brasileiros de bem, a polícia e os agentes e analistas do mercado e da política nacional e internacional podem avaliar o desastre que seria para o Brasil ter essa gente novamente no poder.

Não podemos duvidar da capacidade e do valor da democracia que ainda temos. Devemos esforçar-nos ao máximo para dar a ela a oportunidade para provar a sua existência e a sua garantia de uma vida com liberdade para desfrutar das oportunidades de evolução pessoal e coletiva que só ela nos pode oferecer.

Devemos ter em mente que, embora improvável, seria muito triste ver, mais uma vez, a verdade, a lógica e a razão serem superadas por mentiras, vantagens efêmeras e promessas sem fundamentos e, de forma absurda, a Nação ser comandada de dentro da cadeia por Luiz Inácio Lula da Silva.

O desastre se completaria quando a cólera das multidões tomasse as ruas diante da ousadia dos canalhas que tentassem mudar a lei para tornar "livre" o maior de todos os cafajestes da nossa história e, ainda, o atrevimento imprudente de pensar em fazê-lo subir a rampa do Palácio do Planalto!

Independente do absurdo desses pensamentos, devemos continuar a perseguir, por todos os meios lícitos e republicanos, o futuro que desejamos para o Brasil e que merecem os brasileiros honestos e amantes da Pátria livre, rica e acolhedora que Deus houve por bem nos reservar!

A vitória de Jair Messias Bolsonaro no próximo e histórico dia 28 de outubro será a vitória do Brasil. Somente ele e a sua equipe de patriotas podem assegurar aos brasileiros a permanência e a efetividade do lema "Brasil acima de tudo e Deus acima de todos"!

Temos que confiar em nós mesmos e naqueles que, como nós, comungam deste amor ao Brasil!

General Paulo Chagas

E são os militares e os "privilegiados" funcionários públicos sõ culpados pelo rombo da previdência?

Você sabia que aproximadamente 20 mil anistiados recebem a “Bolsa Ditadura”? Entre eles; Lula, Dilma, Fernando Henrique, Zé Dirceu, José Genuíno, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Marieta Severo e muitos outros recebem o benefício mensalmente e são isentos de pagar Imposto de Renda. Sendo que desses 20 mil, 10 mil recebem indenizações mensais acima do teto constitucional (R$ 33.763,00). Além desse benefício, o Lula, a Dilma e o Fernando Henrique, recebem também a aposentadoria como ex-presidentes que é: R$ 30.471,00. Essa esquerda maldita tira dos cofres públicos mensalmente a bagatela de R$ 365 milhões, R$ 4,38 bilhões por ano, pagos por nós, otários!
Um governo Bolsonaro pode acâbar com essa farra. Por isto é que eles estão desesperados com receio de perderem esta mamata. Vamos compartilhar essa festa com dinheiro público

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