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VALE A PENA VER DE NOVO QUA DRA6

 

RELEMBRANDO ASSUNTOS DE ANTANHO, QUE PODERÃO VIR A VOGA, AGORA QUE O NOSSO PRESIDENTE SE ELEGEU COM 57MILHÕES DE VOTOS.

BOLSONARO, AGORA TEM MORAL, E AVAL DO POVO BRASILEIRO, PARA CUMPRIR SUAS PROMESSAS DE CAMPANHA.

ACABOU AQUELA NOJENTA NARRATIVA, QUE A ESQUERDA BOSTEJAVA, QUE A DILMA TERIA SIDO DEMOCRATICAMENTE ELEITA PELO POVO,
EMBORA HOJE ESTEJA MAIS DO QUE PROVADO QUE SUA ELEIÇÃO FOI UMA FRAUDE, EIVADA DE PROPINAS E CAIXAS DOIS.

 

cantidio1

 

O FUTURO PRESIDENTE DO BRASIL, JAIR MESSIAS BOLSONARO, CERTA VEZ ME CONFIDENCIOU QUE, EM SEU GOVERNO DARÁ TODO O APOIO E INCENTIVO À CRIATIVIDADE DOS INVENTORES E ESTÍMULO ÀS PESQUISAS DOS CIENTISTAS BRASILEIROS. LAMENTOU QUE EXISTA UMA DEBANDADA DE INVENTORES E CIENTISTAS DO BRASIL, POIS AQUI NÃO HÁ INCENTIVO, E OS GOVERNOS COMUNISTAS, QUE NAS ÚLTIMAS DÉCADAS DILACERARAM OS INTESTINOS DO BRASIL, FORAM PEREMPTORIAMENTE CONTRÁRIOS ÀS NOVAS IDÉIAS, AOS NOVOS INVENTOS, EIS A RAZÃO PARA QUE OS NOSSOS MELHORES CIENTISTAS E INVENTORES SE "MANDAREM" PARA OUTROS PAISES, MENOS BURROS DO QUE O NOSSO. NO BRASIL, O QUE MAIS PROSPEROU FOI O "PUNK", AS QUADRILHAS DE CRIME ORGANIZADO DE CIVIS E QUADRILHAS MUITO MAIS ORGANIZADAS AINDA, AS QUADRILHAS POLÍTICAS. NESSE PERÍODO, QUASE QUE O INPI FECHOU, PORQUE POUQUÍSSIMAS PATENTES DE INVENTOS FORAM REGISTRADAS. FOI CONSIDERADA A IDADE MÉDIA DOS INVENTORES E CIENTISTAS, CONSIDERADA A 

ERA DAS SOMBRAS .

EM VISTA DESSA DECLARAÇÃO DO BOLSONARO, ACREDITO QUE AS INICIATIVAS COMO ESTA, DO ÔNIBUS ELÉTRICO, DEVERÃO SER MUITO BENVINDAS NO SEU GOVERNO. PRESIDENTE INTELIGENTE, É OUTRA COISA.

ESPERO QUE OS "ÔNIBUS ELÉTRICOS", NÃO SEJAM SOMENTE MONTADOS AQUI, MAS QUE TAMBÉM AS PEÇAS SEJAM FABRICADAS, AQUI NO BRASIL. MONTAR É FACIL... EU MONTO O CAVALO, MAS NÃO FAÇO O CAVALO!

TEMOS QUE CRIAR UMA TECNOLOGIA DE PONTA, PARA NÃO DEPENDERMOS DE NENHUM PAIS.

O MEU PAIS ESTÁ UM BAGAÇO, MAS MESMO ASSIM, EU TENHO ORGULHO DELE, EMBORA EXTREMAMENTE ENVERGONHADO COM ESSA IMUNDICIE, QUE IMPESTEOU E APODRECEU OS NOSSOS ÚLTIMOS GOVERNOS, ESSA IMUNDÍCIE TEM NOME : COMUNISMO! BOLSONARO, DECLAROU QUE VAI REVERTER A VERBA, QUE ERA GRACIOSAMENTE DISTRIBUIDA PARA A PETRALHADA ATRAVÉS DA LEI ROUANET,
(A PSEUDOS ARTISTAS COMUNISTAS, LADRAVAZES, CORRUPTOS E GOLPISTAS), PARA A VERDADEIRA ARTE, INVENTORES E CIENTISTAS.

O MINISTÉRIO DA CULTURA AGORA SERÁ DIFERENTE, MAMATA, RARRATA NUNCA MAIS.

MARA, A GLOBO-LIXO FOI ESCURRAÇADA DA AV PAULISTA, VAIADA E NINGUÉM QUERIA LHE DAR ENTREVISTA. NO FINAL DO EVENTO, JÁ COM MENOS
MANIFESTANTES ELA VEIO DE HELICÓPTERO FILMAR DE CIMA E MESMO ASSIM SENDO VAIADA. ESSA GRANDE NOTÍCIA EU NÃO VI EM NENHUM ÓRGÃO
IMPORTANTE DA NOSSA MÍDIA OMISSA E CORRUPTA QUE ESTÃO SENTINDO MUITA FALTA DAS TETAS DA VIÚVA. NENHUMA TELEVISÃO E RÁDIOS, INCLUSIVE O MARCO VILLA SE OMITINDO DESSE GRANDE FATO. PELO VISTO O REMÉDIO APLICADO PELO BOLSONARO FEZ EFEITO. TEMOS QUE CONTINUAR LUTANDO COM A DIVULGAÇÃO PELA INTERNET. É A NOSSA SALVAÇÃO CONTRA A MÍDIA CORRUPTA E OMISSA.
_BENONE._

Ué, virei o jornal Estadão do avesso e não saiu nenhuma linha sequer sobre a manifestação ocorrida ontem , dia 07/04, na Paulista e em diversos lugares do Brasil, à favor da CPI da Lava Toga e apoiando a Lava Jato! Nenhuma! Será que os veículos de imprensa receberam a mesma recomendação que alguns ministros do Supremo Tribunal Federal deram a alguns senadores e deputados para ignorarem o assunto? Será? Porque o evento se deu, no Youtube está cheio de vídeos a demonstrar que o povo
compareceu. Será mesmo que temos que continuar a buscar a internet e mídia social para bem nos informarmos? Depois reclamam que a venda de jornais está caindo.

Mara Montezuma Assaf

Coronel Manoel Soriano Neto – Historiador Militar e Advogado.

A finalidade destas breves considerações é a de acrescentar alguns insumos acerca da não caracterização do Movimento Cívico-Militar, deflagrado em Minas Gerais, em 1964, como golpe ou posterior ditadura (‘militar’ ou ‘civil-militar’, que levou o País aos ‘anos de chumbo’), sendo certo que o assunto é polêmico.

O nosso presidente Jair Bolsonaro vem, a esse respeito, assinalando, de há muito, notáveis aspectos, máxime os atinentes ao campo político-ideológico. Dentre outros, destaco quatro deles: 1) o Congresso, na madrugada de 2 de abril de 1964, em sessão secreta, depôs o senhor João Goulart, da presidência do Brasil, eis que o presidente do Congresso Nacional, senador Auro de Moura Andrade, em face da ausência do presidente, proclamou a vacância do cargo. O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Ranieri Mazzili, ’ipso facto’, segundo preceitos constitucionais, assumiu a curul presidencial. Diga-se que o Congresso, por meio de decreto, anulou, em 2013, “de modo infantil”, segundo o então deputado Bolsonaro, a dita sessão, em um canhestro e ideológico revisionismo histórico. Ora: a História não pode ser modificada/manipulada ao sabor dos tempos e ao capricho de alguns (à ocasião, disse Bolsonaro: “Lenin apagava fotos. O Congresso hoje em dia apaga fatos”...); 2) em 11 de abril, também como previa a Constituição de 1946, o Parlamento elegeu o marechal Castello Branco, inclusive com os votos de Juscelino Kubitschek e Ulisses Guimarães; 3) Castello Branco tomou posse em 15 de abril - e não em 31 de março, como muitos pensam - recebendo a presidência, do deputado Ranieri Mazzili (governou de 2 a 15 de abril), tudo, repita-se, segundo regras constitucionais vigentes; 4) outrossim, o presidente assinala que ‘toda a Imprensa queria que João Goulart saísse, exceto o “Última Hora”. De fato, basta que compulsemos os jornalões da grande imprensa de então e as mais famosas revistas - ‘O Cruzeiro’, ‘Manchete e ‘Fatos e Fotos’ -, para evidenciarmos o repúdio da Nação ao governicho de Goulart. Idem, quanto à Igreja Católica (a CNBB, a ‘Ação Católica’, etc); entidades como a OAB e outras; as classes produtoras/empresariais; a maioria dos parlamentares, além da esmagadora maioria das Forças Armadas. Aduziria mais que os governadores de quase todos os estados apoiaram, irrestritamente, a Contrarrevolução (à exceção dos de Pernambuco, Miguel Arraes, e de Sergipe, Seixas Dória, ambos depostos ao se deflagrar a Revolução; acrescente-se que o governador do estado do Rio de Janeiro, Badger da Silveira, sofreu ‘impeachment’ da Câmara Legislativa Estadual, no mês de maio). Urge que mencionemos os nomes dos governadores dos principais estados brasileiros que aderiram, com as suas Polícias Militares, incondicionalmente, à Contrarrevolução: Magalhães Pinto (MG); Adhemar de Barros (SP); Carlos Lacerda (Guanabara); Nei Braga (PR); Celso Ramos (SC); Ildo Meneghetti (RS) e Mauro Borges (GO). É de perguntar-se, então: será que “50% da população apoiavam Jango” (sabendo-se que foi essa mesma população que elegeu os citados governadores, prefeitos e congressistas?; e enfrentou as constantes greves políticas, a hiperinflação e o desabastecimento?; que assistiu à quebra da disciplina e da hierarquia nas FFAA, estimulada - pasme-se - por seu Comandante Supremo?; e, indignada, saiu às ruas, espontaneamente, nas históricas e grandiosas ‘Marchas da Família com Deus e pela Liberdade’?), como assevera, com base em ‘pesquisa do IBOPE em oito capitais brasileiras’, entre 9 e 26 de março de 1964, o jornal Folha de São Paulo, de 29 de março do presente ano??

Destarte, a Nova Ordem implantada - autoritária, como não poderia deixar de ser -, não foi um golpe de Estado e sim uma inexorável e premente exigência do povo brasileiro, de quem, consoante mandamento constitucional, todo o poder deve emanar. Cumpriu-se à risca preceitos da Lei Magna, diferentemente de ditaduras, como a do ‘Estado Novo’ varguista, v.g.; e mais: o regime só se protraiu no tempo, por 21 anos, em vista de ações terroristas e da luta armada (guerrilhas) desencadeadas por esquerdopatas, a começar com o atentado no Aeroporto dos Guararapes (PE), no ano de 1966. Daí inferir-se, não apenas pelo que foi acima expendido, ser INEVITÁVEL a ocorrência do memorável 31 de Março de 1964 (um contragolpe preventivo!) a fim de se pôr cobro a uma caótica comoção social que levaria o País à guerra civil...

Isto posto, apresentarei uma tese/teoria que aprendi quando estudava Direito. Dizem (a ser conferido) que ela foi trazida ao Brasil pelo jurista de tomo, o português Marcelo Caetano. Ele foi deposto da presidência de Portugal, por ocasião da ‘Revolução dos Cravos’, em 1974, veio para o Brasil, tendo sido contratado como professor pelas Faculdades Estácio de Sá (RJ).

Ao proferir uma palestra sobre o 31 de Março, no Batalhão da Guarda Presidencial – Batalhão Duque de Caxias (Brasília-DF), fiz uma sucinta explanação sobre o assunto e o valoroso coronel Kepler Bastos, comandante da Unidade, entusiasmou-se pelo tema e me incentivou a escrever sobre o mesmo, como farei a seguir.

O único Organismo Internacional que trata da análise dos governos em todo o mundo, se de ‘estrutura democrática’ ou ‘de estrutura totalitária’ - para usarmos as expressões por ele utilizadas - é o Tribunal (ou Corte) Internacional de Justiça da ONU (o ‘Pretório Egrégio’ desta Organização, que não deve ser confundido com o Tribunal Penal Internacional) sediado em Haia, na Holanda, também conhecido como ‘Tribunal ou Corte de Haia’. Esta Corte preconiza como sendo ‘de estrutura democrática’, aqueles países que obedecem a seis fundamentos básicos: três deles são os pilares da democracia grega e os demais, típicos das modernas democracias. Dos gregos, são considerados os princípios 1) da ‘isonomia legal’ (“todos são iguais perante a lei”); 2) da ‘isotimia’ (princípio da representatividade: “todos têm o direito de exercer funções públicas e administrativas e de constituir um seu representante ou paráclito”, como um advogado, um prefeito, um deputado, etc) e 3) da ‘isagoria’ ou ‘isegoria’ (em alusão às ‘ágoras’, locais em que os gregos discutiam os seus problemas, coletivamente, por meio da dita ‘democracia direta’, vale dizer, “a liberdade de reunião e de expressão, desde que não atentatórias às leis estabelecidas”, etc., etc. Frise-se que este direito é negado aos democratas, pelos profitentes da ideologia marxista-leninista). Da democracia moderna exsurgem três outras condicionantes: 1) ‘a existência de eleições’ (independentemente se diretas ou indiretas); 2) o ‘pluralismo partidário’ (em oposição ao partido único dos regimes totalitários) e 3) a ‘rotatividade no poder’. Pois bem: o Brasil, ao tempo dos governos militares, cumpriu tais resoluções, tanto que o mencionado Tribunal, à época, NÃO nos classificou como país ‘de estrutura totalitária’. Inegavelmente, como não poderia ser de outra forma, por causa da mui conturbada atmosfera político-social vivenciada, como afirmamos no início desta matéria, esses governos foram autoritários, de força, às vezes de exceção, porém jamais se constituíram em uma ditadura, como as de Cuba, Coreia do Norte, Venezuela e outras. Os parâmetros técnico-jurídicos quanto a isso, existem, pois, e sempre têm que existir, como linhas atrás expusemos (que incluem, sim, as liberdades de expressão e de imprensa), para que não prevaleça o subjetivismo amador, irresponsável e inconsequente, como sói acontecer entre nós, desafortunadamente.

O presidente americano Jimmy Carter foi um ferrenho detrator da tese em comento (quando veio ao Brasil da ‘ditadura Geisel’, recusou as galas devidas e embarcou sozinho no automóvel do Cardeal Evaristo Arns...). Mas, com o passar do tempo, na presidência de Reagan, foi mudada radicalmente aquela política e os EUA passaram a conviver, harmonicamente, com países de regime autoritário.

Em conclusão e por derradeiro, em que pese a minha pequenez jurídica, se me perguntarem se houve golpe em1964 e se os governos militares foram ditatoriais, ouso responder, convictamente, com um rotundo NÃO!!

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