E as mentiras sobre o nº de mortos? Veja aqui decreto SP de 21/03/2020

Publicado em 05/04/2021

E as mentiras sobre o nº de mortos? Veja aqui decreto SP de 21/03/2020:

https://www.heitordepaola.online/post/veja-a-prova-avalie-o-absurdo-compartilhe-repasse-isso-tem-que-acabar-n%C3%A3o-%C3%A9-fake-news

Prezados

O vídeo em anexo demonstra a truculência do policial no ato de prisão de um comerciante que tentava, como tantos outros, vender os seus produtos para cumprir com as suas obrigações municipais, estaduais e federais, pagar/recolher taxas, impostos. Como se sabe, são muitos para sustentar o gordo, lerdo e caro Poder Público.

Como se vê, uma loja, provavelmente com a presença única do proprietário sendo preso e algemado. Não é o único, outros tantos se multiplicam em visualizações nas redes sociais.
Não na Globo, CNN, Folha, Estadão. Estes canais só abrem espaço para os de oposição, a incluir aqueles que após serem demitidos apontam erros e deméritos. Por que não se afastaram antes devido aos "erros e deméritos" que pontuam nas suas manifestações?

Os atos de prepotência se repetem com mais frequência e colocam o cidadão contra o policial, que representa a autoridade governamental determinante do lockdown que lhe retira os empregados pela antecipação de feriados e outros artifícios, mas que lá não está presente, pois se encontra no conforto do seu gabinete com salário assegurado, secretários e motoristas à disposição.

Não é difícil imaginar o tanto de estímulos negativos sobre o empregador, por dias sem poder trabalhar e não ter como atender os compromissos e necessidades da sua família, empregados e para com o Estado.

Acrescente-se o conflito interior entre o que lhe impera como necessidade de sobreviver, não falir o seu pequeno negócio, às vezes um carrinho de picolé, e ter que enfrentar o poder despótico do prefeito de plantão, por sua polícia pretoriana.

Entre o azar da polícia chegar; a ansiedade para vender; a consciência do risco de multa/prisão; poucos fregueses pela incerteza de comparecer e do pouco dinheiro no bolso; improvisos para cumprir o tipo de negócio e palavras inglesas (delivery, drive thru); e, o consequente bate-boca que vai ocorrer; reações crescentes das partes em conflito; a inexorável rendição do mais fraco, manietado pela força. Vitória do prefeito truculento e ausente.

O policial por seu turno, ainda que contrariado, tenta cumprir as ordens recebidas e por vezes vai responder pelos exageros na tomada de decisão sob o calor da ação.

(Nesses dias estive em uma loja, meia porta aberta, só uma senhora atendendo, que traduz o desespero: "todo dia tenho um boleto a pagar de mil reais e só vendo 200/300 reais".)

Exemplo de conflito interior ficou demonstrado no soldado da PMBA, cujas manchetes contam uma parte do fato:

- "PM dispara contra equipe do Bope e é morto em Salvador",
- "Morre PM baleado após surto psicótico na Barra",
- "O soldado da Polícia Militar Wesley Soares Góes, 38, morto na noite de domingo após atirar contra agentes que negociavam sua rendição na orla do Farol da Barra",
- "O PM foi atingido em pelo menos três regiões do corpo, incluído tórax e abdômen."

Deixando lavrada a expressão do seu íntimo ao exclamar:

"EU NÃO VOU DEIXAR, NÃO VOU PERMITIR QUE VIOLEM A HONRA E DIGNIDADE HUMANA DO POVO TRABALHADOR."

Embora haja vídeos e comentários a sugerir que o soldado PM atirava para o alto, que sem dúvida estava em pé, não abrigado, ao contrário dos seus colegas que estavam protegidos e, com várias horas de negociação.

Assim, é inconcebível que uma polícia especializada nesse tipo de enfrentamento não contasse com atiradores de escol, que na maioria das vezes, neutralizam com tiro certeiro um agressor que mantém um refém à sua frente, criando mais dificuldade para não ser atingido.

Ora, o soldado com o "surto psicótico" precisava ser atingido por disparos mortais no tórax e abdômem?

Ainda há que se aferir a validade da inclusão do Art. 268/CPM nos decretos de governadores e prefeitos como enquadramento de crime aquele que não cumprir tais normas.
“Art. 268 - Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa:
Pena - detenção, de um mês a um ano, e multa. Parágrafo único - A pena é aumentada de um terço, se o agente é funcionário da saúde pública ou exerce a profissão de médico, farmacêutico, dentista ou enfermeiro.”

Tal procedimento sugere um conflito com a legislação e compromissos internacionais, recentemente concertados pelo Decreto nº 10.212, de 30/01/2020, federal, no seu Art. 1º, que preconiza, “Fica promulgado o texto revisado do Regulamento Sanitário Internacional, acordado na 58ª Assembléia Geral da Organização Mundial de Saúde, em 23 de maio de 2005...”, Artigo 1, Definições, onde se lê: ... “medida de saúde” significa os procedimentos aplicados para evitar a propagação de contaminação ou doença; uma medida de saúde não inclui medidas policiais ou de segurança;...”. Assunto abordado em https://egcaruso.jusbrasil.com.br/artigos/1182661704/medicina-nao-e-matematica Outras tiranias

Saudações

Ernesto Caruso

 

Receba nossas notícias no seu e-mail:

Contador de acessos 2717674

Kubik-Rubik Joomla! Extensions

logotipo ibs