Democracia na redoma | Gilmar acha que é o ombudsman do Brasil

Publicado em 07/01/2021

DEMOCRACIA NA REDOMA

A palavra final da eleição americana ficou para os representantes do povo que se reúnem no Capitólio nesta quarta-feira (6), Dia de Reis, da Epifania, que quer dizer manifestação. Um dia assim evoca a vontade de falar sobre democracia.

Com tudo o que aconteceu com o voto do povo, temperado com manifestações racistas pelas ruas, voltou, entre analistas mais jovens, a tese de que os Estados Unidos estão em decadência. Se fossem da minha geração estariam com a sensação de déjà vu. Nos anos 60, enquanto corria solto o napalm no Vietname, a tese preferida era a de que os americanos são “os romanos do século XX", prestes a assistirem à queda do império.

As novas gerações, influenciadas por seus professores gramscistas, foram ensinadas a pensar que o estado age em nome do povo e que, portanto, todo poder emana do estado, que age pelo bem do povo. Essa falácia não deu certo nos 70 anos de poderes divinos do estado soviético. Isso não é democracia.

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Gilmar Mendes acha que é o ombudsman do Brasil


O ministro Gilmar Mendes criticou os atrasos na aplicação da vacina contra o coronavírus aqui no Brasil. Mas, o governo brasileiro comprou vacinas da AstraZeneca e a Fiocruz está aparelhada para produzir os imunizantes em solo nacional.

Ele publicou no Twitter, domingo (3), "os atrasos e recalcitrâncias na importação das vacinas já passam do tolerável.” Para mim, isso não soou como um juiz intérprete da Constituição e sim um ombudsman do Brasil.

Eu achei estranho, pois nunca vi no Brasil, em outras composições do Supremo, um ministro se manifestar dessa maneira. Eu achei que soou como uma ameaça.

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Fonte: Gazeta do Povo

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