LEMBREMO-NOS DE 1964!

Publicado em 25/03/2020

Aileda de Mattos Oliveira (24/3/2020)

 

Nélson Azevedo Jobim, ex-Ministro da Defesa, disse, ainda no governo, que “O Exército de hoje, não é o mesmo Exército de ontem”, joia intelectual, típica do pensamento filosófico de Dilma.

Se pensássemos com os neurônios da esquerda, diríamos, certamente, que “a população de hoje, não é a mesma população de ontem”, incorrendo na mesma falácia do ministro, que não deixou saudades.

Será que é difícil raciocinar que os tempos são outros, que o cenário de hoje não é mais o mesmo cenário de algumas décadas atrás?

Alguns protagonistas e antagonistas, daquela época, não mais estão entre nós; outros, antagonistas, remanescentes das células criminosas de guerrilheiros, continuam tramando contra o desenvolvimento do Brasil, juntamente com os que vieram a eles se unir, por conta da mesma estatura moral, isto é, nenhuma.

Parte da população daquela mesma época (1964) já é falecida, e a que sobrevive está aí, em faixa etária elevada, mas na contínua luta, pelas redes sociais e, em artigos, contra o maléfico comunismo. Por isso, não podemos esquecer, jamais, a árdua luta de antes e durante 1964, quando dois estancieiros, ricos, desejaram desestabilizar o Brasil pela desordem e transformá-lo no seu curral particular.

Por essa razão, a parte sobrevivente daquela sociedade, felizmente, ainda ativamente participante, deve continuar levando às novas gerações os fatos verdadeiros daquela época, a fim de mostrar-lhes quem eram os vilões que tornaram o país ingovernável. Da mesma forma, nos dias atuais, a esquerda e os oportunistas não suportam ver o Brasil sair da miséria do subdesenvolvimento, porque é assim que vendem a aprovação de medidas por meio de chantagem. O Congresso é um antro de traiçoeiros escorpiões, tal como o pomposo STF.

Diante do preenchimento dos espaços políticos pela esquerda retrógrada e inculta, a língua portuguesa foi-se estropiando e as palavras tornaram-se o espelho de falantes sem escrúpulos. Assim, os vocábulos perderam os seus literais significados e passaram a ser usados, com significados opostos, ou seja, antônimos de si mesmos, a fim de satisfazerem os interesses dos seus estropiadores, que enviam suas mensagens a um tanto da população que, sem a devida passagem pela escola, repete-as como refrão de sambinha de breque.

João Goulart, gostando-se ou não dele, tomou posse, democraticamente, portanto, cabia-lhe governar, dentro do regime vigente, presidencialista, obediente à Constituição. Mas, quis mudar a forma de governo, isto é, dar um golpe, instado pelo seu arruaceiro cunhado Leonel Brizola, e impor ao País um governo do proletariado e de “pelegos”. Dois golpistas a serviço do comunismo internacional. Tinham expertise em malandragem política.

No entanto, a Instituição que passou a ter fama de golpista foi o Exército, que, impediu, justamente, que os dois baderneiros, implantassem um regime caótico, cujo objetivo era a divisão das Forças Armadas e, em consequência, a divisão do Brasil, e transformá-lo em duas grandes estâncias, administradas pelos dois comparsas, a fim de acondicionar a manada de abjetos seguidores.

Aqueles que defendiam a paz social e a disciplina militar passaram, no dialeto da esquerda, a “golpistas”. Eles, comunistas, os reais “democratas”. Um país que tem como patrono da Educação, Paulo Freire, não poderia apresentar um nível intelectual, melhor.

No rastro dessa massa disforme, apascentada por Jango e Brizola, surgiram os guerrilheiros, como a criminosa Dilma Vana Rousseff; o discípulo de Fidel Castro, José Dirceu; o sequestrador Franklin Martins, entre outros que ainda, lançam pelo caminho a semente da discórdia que leva aos atos de traição, ao tentarem entregar o País a agentes estrangeiros.

Portanto, a saga dos militares, em 1964, deve ser lembrada, como a de 1935, ambas marcos na História Militar do Brasil, quando a nefasta, a infecta ideologia comunista quis (e ainda quer) se impor sempre pela compra das almas de insignificantes ‘brasileiros’ que se rendem a qualquer pacote de moedas.

Já é tempo de um novo 1964 ser deflagrado!

Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES e Acadêmica da AHIMTB.

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