VOTO CONFIÁVEL

Publicado em 13/01/2021

Os acontecimentos em Washington enviam uma forte mensagem ao Brasil: eleição precisa ser 100% confiável, sem restar dúvida de fraude. Aqui, na eleição presidencial de 2014, Dilma ganhou de Aécio por 3% - 54 milhões a 51 milhões. Isso fez com que o PSDB pedisse ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) auditoria nas urnas eletrônicas, porque desconfiava de fraudes.

Ao cabo de um ano, o líder do PSDB dep. Carlos Sampaio, ao apresentar o resultado, reclamou: "O sistema não está projetado para permitir auditoria externa independente e efetiva de resultados.” O relatório fez sugestões para evitar desconfianças futuras. Entre elas, a do comprovante impresso.

Cinco meses antes, em junho de 2015, a Câmara já havia aprovado, por significativos 433 x 7 o comprovante impresso do voto digitado na urna eletrônica. E já era a terceira lei exigindo o comprovante. A primeira fora em 2001. O presidente FHC sancionou o projeto, de iniciativa do Senador Roberto Requião, do PMDB. Na época, Brizola e seu PDT desconfiavam da urna eletrônica. Na eleição seguinte, em 2002, o comprovante ficou só na experiência em 150 municípios. Em 2003, a lei foi revogada por pressão da Justiça Eleitoral...

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A vacina é emergencial e, por isso, não deve ser obrigatória

Segunda-feira (11), a Anvisa informou que o corpo técnico da agência já começou a analisar o uso emergencial das vacinas Coronavac e da AstraZeneca. O órgão trabalha há anos com o Instituto Butantan, a Fiocruz e o Ministério da Saúde na produção de vacinas.

O corpo técnico é independente e conta com biólogos, biomédicos, médicos, estatísticos e farmacêuticos. Eles atestam a eficácia, a segurança, a qualidade, os riscos e a possibilidade de monitoramento das condições adversas.

Depois dessa etapa, a análise feita pelo corpo técnico segue para a diretoria colegiada da agência. Essa dá o parecer final.

No entanto, a Anvisa destacou que o uso é emergencial e que a vacina está em etapa de desenvolvimento clínico e experimental, isso porque falta tempo para avaliar as reações adversas a longo prazo. Eu já falei isso, e por isso não acho que a vacina deve ser obrigatória.

 

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